Feira oferece opções para baratear produção de sorvetes
Fipsar atrai mais de 800 comerciantes e fabricantes do setor interessados em novidades para aumentar margem de lucro

Nesta edição da feira, 18 expositores participaram apresentando novidades do setor

Claudemir Bosco Filho, gerente comercial da Ataforma, apresentou na feira molde para picolés mexicanos
Reduzir custos e ampliar a margem de lucros foram os atrativos da Feira Industrial de Produtos para Sorvete do Paraná (Fipsar), que recebeu ontem mais de 800 comerciantes e fabricantes em Londrina. Os 18 expositores que estiveram na sexta edição do evento mostraram desde novidades como formas para paletas, um tipo de picolé mexicano, a máquinas que garantem rapidez, menor consumo de energia elétrica e otimização do uso de mão de obra.
O organizador da Fipsar, Josué Vieira da Silva, afirma que muitos começam com uma sorveteria de balcão, mas procuram formas de ampliar a produção para a venda atacadista. Por isso, é importante conhecer alternativas desde as mais baratas até as de larga escala de produção, para atender toda a região.
Ele cita uma envasadora para potes de mais de um sabor, com custo de R$ 3,9 mil para encher até mil recipientes de 2 litros por hora. "Dá para usar em potes de sorvetes napolitanos de 100 ml a 2 litros, sem precisar de uma envasadora industrial, que custa R$ 24 mil", diz Silva.
Entre as máquinas para massas e picolés, o diretor comercial da Polo Sul, Wagner Cavicholi, conta que as novidades são os equipamentos mais compactos, rápidos e de menor consumo de energia que tem chamado a atenção. "Temos uma nova legislação para máquinas mais eficazes e a modernização permite economia em todos os sentidos, o que deixa mais tempo para o fabricante sair em busca de mais clientes e revendedores."
Cavicholi considera que a margem de lucro sobre a venda no setor é muito boa, o que permite a recuperação do investimento em até um ano. "Isso se a pessoa usar 30% da capacidade de produção da máquina, já que ninguém começa já com 100% da capacidade", diz. A Polo Sul tem opções de máquinas com custo a partir de R$ 9,9 mil, que produzem 50 litros por hora e são ideais para uma sorveteria pequena, de bairro.
Para o dono de sorveteria em Londrina Ricardo Kadimura, é importante conhecer opções em feiras para facilitar a ampliação do negócio, tão logo seja necessário. "Estamos no inverno e vendo menos, então poderia investir somente no verão, mas é bom saber que as máquinas ficaram mais compactas, bonitas e econômicas", diz.
O gerente de fábrica de sorvetes Pedro Augusto de Araújo, também de Londrina, diz que o número de clientes tem aumentado e é preciso atendê-los em menor tempo. Interessado em uma máquina de picolés que permite produzir de 1,5 mil a 2 mil itens por hora, ele quer ganhar tempo, para reduzir custo e oferecer preços melhores no mercado. "Pelo tanto que vamos fabricar e diminuir nossos gastos, acho que em menos de um ano devo pagar o investimento."
Picolé mexicano
A Ataforma apresentou em Londrina novos moldes, que permitem ao pequeno sorveteiro produzir picolés semelhantes aos vendidos por grandes marcas, com recheio e casca crocante, chamados extrusados. A grande novidade da marca, no entanto, é o molde de paletas, ou picolés mexicanos. Gerente comercial da empresa, Claudemir Bosco Filho diz que o diferencial são os ingredientes naturais, com uso da própria fruta no lugar de emulsificantes e saborizantes, o recheio e o tamanho maior do que o normal.
Ele diz que é preciso investir em uma decoração que remeta ao México e em ao menos 15 sabores para se destacar, mas que, enquanto Curitiba está cheia de paleterias, a sobremesa é pouco conhecida em Londrina. "Quem chegar primeiro vai sair ganhando porque tem sido um sucesso em todo lugar", diz.
O organizador da Fipsar, Josué Vieira da Silva, afirma que muitos começam com uma sorveteria de balcão, mas procuram formas de ampliar a produção para a venda atacadista. Por isso, é importante conhecer alternativas desde as mais baratas até as de larga escala de produção, para atender toda a região.
Ele cita uma envasadora para potes de mais de um sabor, com custo de R$ 3,9 mil para encher até mil recipientes de 2 litros por hora. "Dá para usar em potes de sorvetes napolitanos de 100 ml a 2 litros, sem precisar de uma envasadora industrial, que custa R$ 24 mil", diz Silva.
Entre as máquinas para massas e picolés, o diretor comercial da Polo Sul, Wagner Cavicholi, conta que as novidades são os equipamentos mais compactos, rápidos e de menor consumo de energia que tem chamado a atenção. "Temos uma nova legislação para máquinas mais eficazes e a modernização permite economia em todos os sentidos, o que deixa mais tempo para o fabricante sair em busca de mais clientes e revendedores."
Cavicholi considera que a margem de lucro sobre a venda no setor é muito boa, o que permite a recuperação do investimento em até um ano. "Isso se a pessoa usar 30% da capacidade de produção da máquina, já que ninguém começa já com 100% da capacidade", diz. A Polo Sul tem opções de máquinas com custo a partir de R$ 9,9 mil, que produzem 50 litros por hora e são ideais para uma sorveteria pequena, de bairro.
Para o dono de sorveteria em Londrina Ricardo Kadimura, é importante conhecer opções em feiras para facilitar a ampliação do negócio, tão logo seja necessário. "Estamos no inverno e vendo menos, então poderia investir somente no verão, mas é bom saber que as máquinas ficaram mais compactas, bonitas e econômicas", diz.
O gerente de fábrica de sorvetes Pedro Augusto de Araújo, também de Londrina, diz que o número de clientes tem aumentado e é preciso atendê-los em menor tempo. Interessado em uma máquina de picolés que permite produzir de 1,5 mil a 2 mil itens por hora, ele quer ganhar tempo, para reduzir custo e oferecer preços melhores no mercado. "Pelo tanto que vamos fabricar e diminuir nossos gastos, acho que em menos de um ano devo pagar o investimento."
Picolé mexicano
A Ataforma apresentou em Londrina novos moldes, que permitem ao pequeno sorveteiro produzir picolés semelhantes aos vendidos por grandes marcas, com recheio e casca crocante, chamados extrusados. A grande novidade da marca, no entanto, é o molde de paletas, ou picolés mexicanos. Gerente comercial da empresa, Claudemir Bosco Filho diz que o diferencial são os ingredientes naturais, com uso da própria fruta no lugar de emulsificantes e saborizantes, o recheio e o tamanho maior do que o normal.
Ele diz que é preciso investir em uma decoração que remeta ao México e em ao menos 15 sabores para se destacar, mas que, enquanto Curitiba está cheia de paleterias, a sobremesa é pouco conhecida em Londrina. "Quem chegar primeiro vai sair ganhando porque tem sido um sucesso em todo lugar", diz.
Fábio Galiotto
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA

