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(25-11-2016)Protesto contra pacote e PEC impede saída de trens em Porto Alegre

Placa informa sobre estação fechada em Porto Alegre (Foto: Paulo Ledur/RBS TV)
Paralisação de funcionários do transporte público e de escolas estaduais prevista para esta sexta-feira (25), pode afetar serviços em Porto Alegre. O ato faz parte de uma sequência de ações que vem sendo feitas na capital contra a Proposta de Emenda à Constiuição (PEC 55), em Tramitação no Congresso, e também ao pacote de medidas anunciado nesta semana pelo governado do Rio Grande do Sul. 
Logo no início da manhã os trens não começaram a funcionar no Trensurb por conta de um um piquete que impede a entrada de empregados. Composições fazem a vistoria de segurança na via, e ainda será feita uma nova avaliação para determinar se existe possibilidade de dar início à operação.
Pouco antes das 6h, os funcionários começaram a entrar na Trensurb, e uma nova avaliação será realizada para determinar quando terão início as operações. Um acordo com os manifestantes determinava a entrada dos trabalhadores a partir das 5h30, mas não foi cumprido.
Técnicos da Trensurb avaliam a possibilidade do início das operações, que estava prevista para as 7h, ainda sem confirmação. Pedras foram jogadas contra os trens, conforme informou a companhia, mas não teria danificado os veículos.
Usuários aguardam pelo início das operações no Trensurb (Foto: Paulo Ledur/RBS TV)Usuários aguardam pelo início das operações no Trensurb (Foto: Paulo Ledur/RBS TV)
Ônibus
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informou que a cirulação dos ônibus não foi afetada pelos atos previstos para esta sexta, e que por isso, os coletivos operam normalmente.
Por conta da paralisação dos trens, a procura por ônibus que operam entre Porto Alegre e Região Metropolitana foi grande, com filas de usuários que pretendiam se deslocar para cidades próximas.
Usuários enfrentam fila para embarcar para a Região Metropolitana  (Foto: Zete Padilha/RBS TV)Usuários enfrentam fila para embarcar para a Região Metropolitana (Foto: Zete Padilha/RBS TV)

Bloqueios
Por volta das 6h10 teve início um protesto em frente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na Avenida Bento Gonçalves, bairro Agronomia, Zona Leste de Porto Alegre. Conforme a EPTC o trânsito foi bloqueado no local no sentido Centro-bairro, e recomenda-se que os motoristas evitem o local.
Os manifestantes atearam fogo na via bloqueando totalmente o tráfego no local, conforme a EPTC, e o Corpo de Bombeiros combate as chamas. Às 6h45 o transito foi liberado, mas era registrada lentidão.
Manifestantes atearam fogo em pneus na Av. Bento Gonçalves (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)Manifestantes atearam fogo em pneus na Av. Bento Gonçalves (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)
Protesto realizado nia Avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)Protesto realizado nia Avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)
Foi reportado ainda um protesto em frente à Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS) na Avenida Ipiranga, Zona Leste de Porto Alegre, no sentido Centro- bairro.
Na Rua Sarmento Leite, próximo da UFRG foi registrado um novo protesto, no sentido Centro-bairro, onde manifestantes atearam fogo em pneus para bloquear a via.
Protesto registrado pelas câmeras de monitoramento da prefeitura (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)Protesto registrado pelas câmeras de monitoramento da prefeitura (Foto: Reprodução/Twitter EPTC)
Estão previstos protestos em frente à Prefeitura de Porto Alegre, por volta das 7h, além de um ato organizado pelas Centrais Sindicais no entorno da Rodoviária, às 7h30, novas manifestações, às 10h, na Praça da Matriz, caminhadas ao meio dia, e um ato contra a PEC na Esquina Democrática, no Centro de Porto Alegre.
Pacote prevê extinções e demissões
 pacote de medidas com objetivo de conter a crise financeira no estado, anunciado na segunda-feira (21) foi protocolado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na terça-feira (22), e deve ser votado até o final de dezembro.
Entre as medidas, estão a extinção de 11 órgãos ligados ao Executivo – nove fundações, uma companhia e uma autarquia – e a redução no número de secretarias, que passa de 20 para 17, com três fusões.
FONTE - GLOBO.COM
UA-102978914-2