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Delegado diz que morte de Gabrielli Biss ainda está longe de ser esclarecida

Testemunhas do caso foram ouvidas nos últimos dias. Corpo ainda pode ter que passar por mais uma série de exames em Curitiba






O caso da morte da jovem Gabrielli Stocki Biss, de 19 anos, ocorrida em julho, ainda está longe de ser esclarecido. É o que afirma o delegado da Polícia Civil de Irati, Paulo César Eugênio Ribeiro.

Conforme o delegado, as investigações continuam em andamento, com as oitivas de familiares para se determinar qual foi a causa da morte de Gabrielli. O corpo dela foi encaminhado para o IML de Ponta Grossa para o exame necroscópico. No entanto, os profissionais do órgão vêm encontrando dificuldades para identificar o que pode ter causado a morte da garota. “Eu acredito que, em razão da dificuldade em se identificar a causa real da morte, deve ser necessário um outro exame a ser encaminhado para Curitiba para poder identificar de fato qual foi o motivo da morte. Este laudo pericial é fundamental e imprescindível para direcionar as investigações, muito embora estejamos fazendo as investigações no sentido da colheita de testemunhas, é este laudo que vai apontar a direção que a investigação tem que tomar”, apontou.


Conforme o delegado, caso se confirme esta dificuldade, um material necroscópico ou o próprio corpo da jovem poderão ser encaminhados para o IML de Curitiba.





Funcionários do setor de faturamento do Hospital Municipal de Ponta Grossa Doutor Amadeu Puppi informaram que Gabrielli esteve no local no dia 17 de julho e recebeu alta no dia seguinte. Esta informação foi repassada para a Polícia Civil por algumas testemunhas. “Nós já solicitamos o prontuário médico e toda a ficha desta passagem dela em Ponta Grossa para verificar se existia algum tratamento que ela estivesse fazendo e que pode contribuir com as investigações”, frisou.



Nossa reportagem entrou em contato com funcionários do hospital, porém, eles não souberam informar se foi o médico quem deu alta ou se foi solicitada pela família da jovem. Eles também não informaram qual o atendimento solicitado pela paciente. O delegado também ressaltou que a informação de que o próprio pai teria pedido a liberação da jovem do hospital não procede. “Não é o que nós tivemos conhecimento e nem o que está juntado nos autos do inquérito. Esta informação vai ser checada e averiguada com toda a clareza possível, mas por hora ela é falsa”, afirmou Ribeiro.


Conforme o delegado, familiares já foram ouvidos, inclusive o pai de Gabrielli, que inicialmente havia alegado que estava em tratamento médico, o que, em um primeiro momento, impedia que ele comparecesse à Delegacia para prestar esclarecimentos. Outras testemunhas já foram ouvidas, porém Ribeiro preferiu não comentar sobre o teor dos depoimentos.

Gabrielli Stocki Biss, de 19 anos, morreu no dia 19 de julho. A jovem era estudante de Direito da Universidade Positivo.


Matéria Portal Rádio Najuá

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