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Beto Richa e outros 12 viram réus na Operação Rádio Patrulha

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) e outras 12 pessoas viraram réus na Operação Rádio Patrulha, do Ministério Público do Paraná (MP-PR). A denúncia foi aceita na terça-feira (30) pelo juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da 13ª Vara Criminal de Curitiba. 

A operação investiga um esquema de propina para desvio de dinheiro por meio de licitações no programa "Patrulha do Campo", para recuperação de estradas rurais do estado.

Veja os réus e os crimes imputados:

  • Beto Richa – corrupção passiva e fraude a licitação
  • Pepe Richa – corrupção passiva e fraude a licitação
  • Deonilson Roldo – corrupção passiva e fraude a licitação
  • Ezequias Moreira – corrupção passiva e fraude a licitação
  • Aldair Petry – corrupção passiva e fraude a licitação
  • Edson Casagrande – fraude a licitação e corrupção ativa
  • Túlio Bandeira – fraude a licitação e corrupção ativa
  • Emerson Savanhago – fraude a licitação
  • Robison Savanhago – fraude a licitação
  • Luiz Abi – corrupção passiva
  • Celso Frare – corrupção ativa
  • Joel Malucelli – corrupção ativa
  • André Felipe Bandeira – corrupção ativa
O G1 tenta contato com a defesa dos réus. 

Beto Richa foi preso na operação em 11 de setembro. Após habeas corpus concedido pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ele foi solto, quatro dias depois

Segundo o MP, empresários e pessoas ligadas a eles ofereciam dinheiro em troca de atos de ofício por parte de agentes públicos para venceram as licitações. 

O valor acertado, de acordo com os procuradores, correspondia a 8% do valor bruto dos contratos. Ao todo, diz a denúncia, foram pagos R$ 8.152.474,44 em vantagens indevidas, em 36 pagamentos mensais. 

Beto era o "principal destinatário final das vantagens indevidas prometidas pelos empresários, plenamente ciente das tratativas e reuniões realizadas", afirma a denúncia. 

FONTE - G1 PR

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