Londrina terá Colégio Militar
Formação será oferecida no Colégio Estadual Barão do Rio Branco a partir de 2012
Localização e estrutura da instituição foram determinantes para a escolha da unidade
Londrina será a primeira cidade do Interior do estado a ter um Colégio Militar. A confirmação foi feita ontem pelo governador Beto Richa, durante visita à cidade. O local escolhido foi para as atividades foi o Colégio Estadual Barão do Rio Branco, localizado no Jardim Petrópolis (Região Central). As aulas devem ser iniciadas no primeiro semestre de 2012.
Segundo a chefe do Núcleo Regional de Ensino (NRE), Lúcia Cortez, haverá um processo seletivo para o ingresso no novo método de ensino. ''Essas questões ainda serão definidas nos próximos meses'', informa. Atualmente o colégio atende 980 alunos com ensino de 5 a 8 série e do 1º ao 3º colegial. A localização central, na rua Silvio Pegoraro, e a estrutura do colégio foram determinantes para a escolha da unidade.
De acordo com Lúcia, todos os alunos matriculados no colégio continuarão sendo atendidos. ''Haverá turmas com disciplinas normais ministradas pelos professores da rede estadual e outras turmas específicas com as disciplinas do Colégio Militar. No decorrer dos anos as turmas normais serão extintas e o colégio passará a ser exclusivamente militar.''
A chefe do NRE revela que inicialmente serão ofertadas 240 vagas. ''Serão abertas 120 vagas para alunos da 5 série no período da tarde e outras 120 para estudantes do 1º colegial no turno da noite''. Lúcia informa que as disciplinas militares estão focadas em fortes conceitos de ética e valores morais, além de aulas de equitação e música, entre outros.
Na avaliação dela, a instalação do Colégio Militar é vantajosa para a cidade. ''Geralmente os colégios militares são implantados apenas nas capitais. Agora as famílias que moram em Londrina têm a oportunidade de encaminhar seus filhos para a carreira militar e garantir o futuro profissional deles.''
A direção do colégio conta que os pais aprovaram a mudança. ''Fizemos uma reunião com a presença de mais de 300 pais e todos foram favoráveis ao ensino militar'', afirma a diretora Marilena Dias de Mattos.
''Acho que a seriedade militar irá contribuir para a educação das crianças e facilitar o trabalho dos professores'', destacou a vendedora Rosângela Pimentel Fernandes, mãe de dois alunos. ''Achei a notícia ótima. Minha filha de 11 anos está entusiasmada com a possibilidade de ter aulas de equitação e música'', enfatizou a fisioterapeuta Ana Clara Alves.
Segundo a chefe do Núcleo Regional de Ensino (NRE), Lúcia Cortez, haverá um processo seletivo para o ingresso no novo método de ensino. ''Essas questões ainda serão definidas nos próximos meses'', informa. Atualmente o colégio atende 980 alunos com ensino de 5 a 8 série e do 1º ao 3º colegial. A localização central, na rua Silvio Pegoraro, e a estrutura do colégio foram determinantes para a escolha da unidade.
De acordo com Lúcia, todos os alunos matriculados no colégio continuarão sendo atendidos. ''Haverá turmas com disciplinas normais ministradas pelos professores da rede estadual e outras turmas específicas com as disciplinas do Colégio Militar. No decorrer dos anos as turmas normais serão extintas e o colégio passará a ser exclusivamente militar.''
A chefe do NRE revela que inicialmente serão ofertadas 240 vagas. ''Serão abertas 120 vagas para alunos da 5 série no período da tarde e outras 120 para estudantes do 1º colegial no turno da noite''. Lúcia informa que as disciplinas militares estão focadas em fortes conceitos de ética e valores morais, além de aulas de equitação e música, entre outros.
Na avaliação dela, a instalação do Colégio Militar é vantajosa para a cidade. ''Geralmente os colégios militares são implantados apenas nas capitais. Agora as famílias que moram em Londrina têm a oportunidade de encaminhar seus filhos para a carreira militar e garantir o futuro profissional deles.''
A direção do colégio conta que os pais aprovaram a mudança. ''Fizemos uma reunião com a presença de mais de 300 pais e todos foram favoráveis ao ensino militar'', afirma a diretora Marilena Dias de Mattos.
''Acho que a seriedade militar irá contribuir para a educação das crianças e facilitar o trabalho dos professores'', destacou a vendedora Rosângela Pimentel Fernandes, mãe de dois alunos. ''Achei a notícia ótima. Minha filha de 11 anos está entusiasmada com a possibilidade de ter aulas de equitação e música'', enfatizou a fisioterapeuta Ana Clara Alves.
Marcos Roman
Reportagem Local
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