Requião aponta incoerência do MP
Num discurso de onze minutos, ontem, no Senado, quando protestou
contra a MP dos Portos e defendeu o direito da ex-senadora Marina Silva
de criar a Rede, o senador Roberto Requião apontou o que chamou de
“incoerência” do Ministério Público que, ao mesmo tempo em que protesta
contra a PEC 37, a chamada de PEC da Impunidade, "promove internamente a
impunidade".
Requião se referia à decisão do Conselho Nacional do MP de não punir o ex-senador Demóstenes Torres. Por ser “um membro vitalício” do Conselho não poderia ser demitido. A punição, disse Requião, é a aposentadoria, ganhando 22 mil reais por mês.
-- O MP se mobiliza contra a PEC da Impunidade, mas internamente promove a impunidade, criticou.
Para o senador, a PEC 37 “prejudica o Brasil”, mas defendeu que “é preciso por limite e disciplina no MP porque está agindo corporativamente, e o corporativismo nada mais é do que a manifestação coletiva do individualismo”.
-- A função do MP é ser o guardião da lei, não o sindicato trabalhando para as vantagens internas e a prevalência da corporação se transformando numa espécie de Santo Oficio acima de tudo sem prestar contas a ninguém, criticou.
roseli abrão
Requião se referia à decisão do Conselho Nacional do MP de não punir o ex-senador Demóstenes Torres. Por ser “um membro vitalício” do Conselho não poderia ser demitido. A punição, disse Requião, é a aposentadoria, ganhando 22 mil reais por mês.
-- O MP se mobiliza contra a PEC da Impunidade, mas internamente promove a impunidade, criticou.
Para o senador, a PEC 37 “prejudica o Brasil”, mas defendeu que “é preciso por limite e disciplina no MP porque está agindo corporativamente, e o corporativismo nada mais é do que a manifestação coletiva do individualismo”.
-- A função do MP é ser o guardião da lei, não o sindicato trabalhando para as vantagens internas e a prevalência da corporação se transformando numa espécie de Santo Oficio acima de tudo sem prestar contas a ninguém, criticou.
roseli abrão

