Dilma exige que guarda de dados da internet fique no Brasil, diz João Arruda
Deputado
João Arruda, presidente da Comissão que analisou o projeto do Marco
Civil da Internet, informou ao blog que a presidenta Dilma não abre mão
da guarda de dados dos usuários fique no Brasil; governo federal enxerga
nos datacenters para armazenagem e gerenciamento de dados uma questão
de soberania nacional; texto elaborado pela comissão presidida pelo
parlamentar, será apreciado pela Comissão Geral da Câmara nesta quarta
(6), assegura três pontos principais: a liberdade de expressão; a
privacidade do usuário; e o ponto mais polêmico, a neutralidade da rede.
Arruda disse que a Câmara deverá aprovar amanhã a melhor legislação de internet do mundo, pois o texto elaborado pela comissão presidida por ele assegura três pontos principais: a liberdade de expressão; a privacidade do usuário; e o ponto mais polêmico, a neutralidade da rede.
A ideia de neutralidade da rede consiste em impedir que empresas que explorem a infraestrutura de transmissão e difusão da internet possam privilegiar cliente e controlar conteúdos. Ou seja, a neutralidade veda qualquer tipo de controle – inclusive monetário – do dono do cabo sobre aquilo que transita pelo cabo.
O Marco Civil da Internet é uma espécie de Constituição para a rede.
blog do esmael de morais

