Dupla de Assaí fatura três ouros na Bolívia
Nilson Yoshitomi e Letícia Saiki se destacaram no Panamericano Nikkei de Atletismo; administração promete maior investimento no esporte
Letícia Saiki venceu a prova de 400 m rasos e de revezamento de 4 por 400 m; já Nilson Yoshitomi a de revezamento 4 por 100 m
Assaí – Aos oito anos de idade, durante as brincadeiras de correr pelas ladeiras íngremes de Assaí, Nilson Yoshitomi, de 18 anos, e Letícia Lika Saiki, de 17, não imaginavam que chegariam tão longe. Aos poucos, a diversão deu lugar ao treinamento e, no começo deste mês, eles conquistaram três medalhas de ouro e uma de prata no Panamericano Nikkei de Atletismo, disputado em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A competição reuniu atletas descendentes de japoneses do Brasil, Argentina, México, Bolívia, Peru e Paraguai.
Após garantirem índice em maio do ano passado, no Intercolonial Brasileiro, em São Paulo, os dois foram confiantes para o país vizinho. E os resultados apareceram. Letícia, especialista em provas de resistência, ganhou uma medalha de ouro nos 400 m rasos e outra no revezamento de 4 por 400 m. Já Yoshitomi levou a prata nos 100 m rasos e ouro no revezamento 4 por 100 m. Diante das conquistas expressivas, o atletismo ganhou força na cidade. O professor da Escolinha de Atletismo de Assaí, Sílvio Kaminise, o Kazu, já recebeu a promessa de maior investimento da administração municipal.
Há menos de um ano, Kazu montou a escola e já treina cerca de 150 atletas amadores com idades entre 9 e 17 anos. Ele ressalta que o principal objetivo é social, tirar as crianças das ruas e oferecer o esporte como alternativa. No entanto, ele explica que, quando algum aluno se destaca, é feita uma ponte com clubes da região. "Temos várias promessas, vamos trabalhá-las para que atinjam o nível do Nilson e da Letícia. Se for da vontade deles, com certeza poderão se destacar em um clube", analisa.
Se entre os descendentes nipônicos eles já alcançaram o topo, agora eles sonham mais alto. Letícia está de mudança para Londrina. Ela negocia parceria com um clube para treinar durante a semana. Kazu prefere não antecipar detalhes, mas já dá como certa a parceria. "Paralelo ao esporte, vou fazer cursinho para prestar o vestibular para Medicina no meio do ano, mas vou investir no atletismo. É o que eu quero de verdade", afirma. Yoshitomi tem o foco em cursar Fisioterapia e Nutrição, mas não descarta seguir no atletismo se houver condições favoráveis. "Se der certo eu sigo, que mal tem?", brinca.
O prefeito Luiz Alberto Mestiço Vicente (PSDB), reconheceu a importância de fortalecer o esporte na cidade. "Os resultados aparecem muito rápido. Em menos de um ano, a Escolinha de Atletismo já apresentou resultados", frisa. Mestiço pretende construir uma pista de skate próximo ao Zerinho e retomar as aulas de basquete. "É uma parceria importante que vamos sempre dar apoio", garante.
Após garantirem índice em maio do ano passado, no Intercolonial Brasileiro, em São Paulo, os dois foram confiantes para o país vizinho. E os resultados apareceram. Letícia, especialista em provas de resistência, ganhou uma medalha de ouro nos 400 m rasos e outra no revezamento de 4 por 400 m. Já Yoshitomi levou a prata nos 100 m rasos e ouro no revezamento 4 por 100 m. Diante das conquistas expressivas, o atletismo ganhou força na cidade. O professor da Escolinha de Atletismo de Assaí, Sílvio Kaminise, o Kazu, já recebeu a promessa de maior investimento da administração municipal.
Há menos de um ano, Kazu montou a escola e já treina cerca de 150 atletas amadores com idades entre 9 e 17 anos. Ele ressalta que o principal objetivo é social, tirar as crianças das ruas e oferecer o esporte como alternativa. No entanto, ele explica que, quando algum aluno se destaca, é feita uma ponte com clubes da região. "Temos várias promessas, vamos trabalhá-las para que atinjam o nível do Nilson e da Letícia. Se for da vontade deles, com certeza poderão se destacar em um clube", analisa.
Se entre os descendentes nipônicos eles já alcançaram o topo, agora eles sonham mais alto. Letícia está de mudança para Londrina. Ela negocia parceria com um clube para treinar durante a semana. Kazu prefere não antecipar detalhes, mas já dá como certa a parceria. "Paralelo ao esporte, vou fazer cursinho para prestar o vestibular para Medicina no meio do ano, mas vou investir no atletismo. É o que eu quero de verdade", afirma. Yoshitomi tem o foco em cursar Fisioterapia e Nutrição, mas não descarta seguir no atletismo se houver condições favoráveis. "Se der certo eu sigo, que mal tem?", brinca.
O prefeito Luiz Alberto Mestiço Vicente (PSDB), reconheceu a importância de fortalecer o esporte na cidade. "Os resultados aparecem muito rápido. Em menos de um ano, a Escolinha de Atletismo já apresentou resultados", frisa. Mestiço pretende construir uma pista de skate próximo ao Zerinho e retomar as aulas de basquete. "É uma parceria importante que vamos sempre dar apoio", garante.
Celso Felizardo
Reportagem Local-folha de londrina - caderno norte pioneiro
Reportagem Local-folha de londrina - caderno norte pioneiro

