Obra do IML não avança em Londrina
Início da construção foi anunciado em novembro, no entanto, empreiteira ainda aguarda aprovação de projeto
Secretaria de Infraestrutura informa que 11% das obras estão concluídas, mas aparência no canteiro é de abandono
Londrina – Após três meses do anúncio do início da construção da nova sede do Instituto Médico Legal (IML) de Londrina, a obra não saiu do papel e não há operários trabalhando no local. De acordo com o projeto, o novo IML de Londrina terá dois mil metros quadrados de área construída e vai custar R$ 4,5 milhões. A entrega está prevista para novembro.
A reportagem da FOLHA esteve na tarde de segunda-feira no local onde deveria funcionar o canteiro de obras, na Avenida Dez de Dezembro, ao lado do 4º Distrito Policial, na zona sul, e não encontrou sequer um operário no local.
Apesar da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística informar que 11% das obras estão concluídas, a aparência no canteiro é de abandono. Apenas parte de um muro foi levantada. Sequer o terreno foi inteiramente cercado. Há poucos materiais de construção no local e o mato começa a tomar conta. Não há vigia cuidando do espaço.
O IML de Londrina funciona em um prédio alugado, antigo e improvisado no Jardim Shangri-lá, na região oeste. O imóvel não conta com locais próprios para reconhecimento de corpos, salas específicas para exames em mulheres e crianças vítimas de abusos sexuais e tem diversos problemas estruturais.
A Santini Engenharia, responsável pela obra do prédio do IML, informou que aguarda a aprovação do projeto por parte do governo do Estado para efetivamente iniciar a construção.
A Secretaria de Infraestrutura informou que havia "um detalhe para ser corrigido no projeto e que o problema já foi solucionado". Acrescentou que a construtora sublocou a confecção das estacas para uma empresa de São Paulo e que os objetos devem chegar a Londrina nos próximos dias.
A construção de novos IMLs no Paraná faz parte do programa Paraná Seguro, lançado em agosto de 2011. O governo prometeu a construção de novas unidades em Curitiba, Londrina, Maringá (Noroeste) e Paranaguá (Litoral).
As obras do IML da capital começaram em dezembro do ano passado e a previsão de conclusão é para outubro de 2014. Segundo a Secretaria de Infraestrutura, 13% das obras já foram concluídas. O novo prédio terá sete mil metros quadrados e está orçado em R$ 16 milhões.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) informou que o novo IML de Maringá está com as obras avançadas e previsão de entrega é para este ano, mas não confirmou a data. A construção, que começou em julho de 2012, terá 1,3 mil metros quadrados e a previsão de custo é de R$ 2,7 milhões.
Em Paranaguá, as obras também estão na fase final e o prédio deve ser entregue nas próximas semanas. De acordo com a Sesp, os prazos são para as entregas do prédios. Após isso, será preciso aguardar as licenças ambientais para que as unidades possam efetivamente entrar em funcionamento.
Criminalística
Além das novas sedes dos IMLs, o Programa Paraná Seguro prevê a construção de novas unidades do Instituto de Criminalística (IC) em Curitiba, Londrina e Maringá. Nas três cidades, o processo ainda está na confecção dos projetos estruturais.
Em Curitiba, o prazo para a conclusão dos projetos é dezembro deste ano, com um custo de R$ 690 mil. Em Londrina, os projetos vão custar R$ 219 mil e devem ser concluídos em 90 dias. Já em Maringá, a licitação para a confecção dos projetos está aberta e o prazo é de 180 dias para a conclusão. O valor dos investimento é de R$ 203 mil.
A reportagem da FOLHA esteve na tarde de segunda-feira no local onde deveria funcionar o canteiro de obras, na Avenida Dez de Dezembro, ao lado do 4º Distrito Policial, na zona sul, e não encontrou sequer um operário no local.
Apesar da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística informar que 11% das obras estão concluídas, a aparência no canteiro é de abandono. Apenas parte de um muro foi levantada. Sequer o terreno foi inteiramente cercado. Há poucos materiais de construção no local e o mato começa a tomar conta. Não há vigia cuidando do espaço.
O IML de Londrina funciona em um prédio alugado, antigo e improvisado no Jardim Shangri-lá, na região oeste. O imóvel não conta com locais próprios para reconhecimento de corpos, salas específicas para exames em mulheres e crianças vítimas de abusos sexuais e tem diversos problemas estruturais.
A Santini Engenharia, responsável pela obra do prédio do IML, informou que aguarda a aprovação do projeto por parte do governo do Estado para efetivamente iniciar a construção.
A Secretaria de Infraestrutura informou que havia "um detalhe para ser corrigido no projeto e que o problema já foi solucionado". Acrescentou que a construtora sublocou a confecção das estacas para uma empresa de São Paulo e que os objetos devem chegar a Londrina nos próximos dias.
A construção de novos IMLs no Paraná faz parte do programa Paraná Seguro, lançado em agosto de 2011. O governo prometeu a construção de novas unidades em Curitiba, Londrina, Maringá (Noroeste) e Paranaguá (Litoral).
As obras do IML da capital começaram em dezembro do ano passado e a previsão de conclusão é para outubro de 2014. Segundo a Secretaria de Infraestrutura, 13% das obras já foram concluídas. O novo prédio terá sete mil metros quadrados e está orçado em R$ 16 milhões.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) informou que o novo IML de Maringá está com as obras avançadas e previsão de entrega é para este ano, mas não confirmou a data. A construção, que começou em julho de 2012, terá 1,3 mil metros quadrados e a previsão de custo é de R$ 2,7 milhões.
Em Paranaguá, as obras também estão na fase final e o prédio deve ser entregue nas próximas semanas. De acordo com a Sesp, os prazos são para as entregas do prédios. Após isso, será preciso aguardar as licenças ambientais para que as unidades possam efetivamente entrar em funcionamento.
Criminalística
Além das novas sedes dos IMLs, o Programa Paraná Seguro prevê a construção de novas unidades do Instituto de Criminalística (IC) em Curitiba, Londrina e Maringá. Nas três cidades, o processo ainda está na confecção dos projetos estruturais.
Em Curitiba, o prazo para a conclusão dos projetos é dezembro deste ano, com um custo de R$ 690 mil. Em Londrina, os projetos vão custar R$ 219 mil e devem ser concluídos em 90 dias. Já em Maringá, a licitação para a confecção dos projetos está aberta e o prazo é de 180 dias para a conclusão. O valor dos investimento é de R$ 203 mil.
Lucio Flávio Cruz
Reportagem Local-folha de londrina
Reportagem Local-folha de londrina

