Toda traição será castigada
Os candidatos a deputado do PMDB que apoiarem outro candidato ao governo do Estado em detrimento do senador Roberto Requião serão enquadrados na Lei de Fidelidade Partidária, correndo o risco, inclusive, de perder a legenda para disputar as eleições de 5 de outubro.
O alerta é do coordenador da campanha de Requião ao governo do Estado, Hermas Brandão que, em entrevista exclusiva ao blog destacou que a fidelidade partidária está prevista, inclusive no estatuto do PMDB.
-- Vamos ver como eles se comportam, disse, numa alusão direta àqueles que fizeram campanha pela coligação com o PSDB de Beto Richa.
Ao contrário do que temem alguns deputados, que sem um “chapão” o PMDB pode ver sua bancada, hoje de 13 deputados, reduzido à metade, Hermas aposta na eleição de uma grande bancada.
-- O PMDB não corre este risco, availou.
Segundo ele, com os 29 candidatos a deputado estadual, cujos nomes foram viabilizados pelo candidato ao Senado, Marcelo Almeida, a chapa do PMDB à Assembleia Legislativa terá 42 candidatos, portanto, “não há este risco”, disse.
Pegos de surpresa
Em nenhum momento o grupo do senador Roberto Requião temia perder a convenção para a ala richista. Segundo Hermas Brandão, pelo trabalho realizado – e ele credita ao próprio senador Roberto Requião – tinha certeza de vitória.
A surpresa foi a diferença de votos: 69.
--Na nossa contagem venceríamos por 30 votos, disse Hermas, que acredita que o discurso feito pelo senador Roberto Requião na convenção mudou o voto dos delegados.
fonte - roseli abrão

