Codesul integrará dados de Identificação
Termo de cooperação permitirá que Estados estabeleçam um número único para carteiras de identidade
Londrina - O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) integrará os dados dos institutos de Identificação do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A assinatura do termo de cooperação será realizada no dia 26, em Campo Grande (MS). Segundo o diretor do Instituto de Identificação do Paraná, Nilton Rocha, essa parceria é inédita no País e possibilitará que esses Estados tenham uma estrutura única para viabilizar a troca de informações e estabelecer um número único para as carteiras de identidade. O anúncio foi realizado ontem de manhã, em Londrina, durante o lançamento do Projeto Criança Protegida, que fornecerá carteiras de identidade a alunos da rede municipal de ensino.
Segundo o delegado-chefe da 10ª Subdivisão da Polícia Civil, Márcio Amaro, um banco de dados único facilitaria a identificação das vítimas e acabaria com a possibilidade de uma identidade em cada estado. Ele destacou que essa integração é importante e poderia evitar a demora nas investigações e que a polícia siga pistas erradas. "O próprio Instituto de Identificação tem vários casos de pessoas que fizeram documentos em nome de outra pessoa com uma certidão falsa", destacou.
Amaro explicou que existem outros mecanismos de identificação, como a realizada através do exame de DNA, mas as impressões permitem que se faça uma fiel comparação dos dados de uma maneira mais rápida e barata.
O RIC evitaria a duplicidade de carteiras de identificação em vários Estados. "Hoje você consegue fazer a sua carteira de identidade em cada um dos Estados. Com essa iniciativa podemos dar os primeiros passos para colaborar com o governo federal para criar o Registro de Identidade Civil (RIC), que já existe em lei (lei nº 9.454/1997), mas que ainda não foi implantado no País", destacou Rocha.
As primeiras pessoas a aventarem essa possibilidade de registro com números únicos no Brasil foram Lídia Maejima e Carlos Bachinski, em 1992. Atualmente ocupam respectivamente os cargos de desembargadora e promotor de Justiça. "Na época afirmaram que o custo seria inviável. Para fazer a pesquisa em uma época anterior ao surgimento do Google, era muito demorado e tudo era feito por ofícios solicitando informações. Hoje todo mundo quer ser o pai da criança", destacou.
Segundo o delegado-chefe da 10ª Subdivisão da Polícia Civil, Márcio Amaro, um banco de dados único facilitaria a identificação das vítimas e acabaria com a possibilidade de uma identidade em cada estado. Ele destacou que essa integração é importante e poderia evitar a demora nas investigações e que a polícia siga pistas erradas. "O próprio Instituto de Identificação tem vários casos de pessoas que fizeram documentos em nome de outra pessoa com uma certidão falsa", destacou.
Amaro explicou que existem outros mecanismos de identificação, como a realizada através do exame de DNA, mas as impressões permitem que se faça uma fiel comparação dos dados de uma maneira mais rápida e barata.
O RIC evitaria a duplicidade de carteiras de identificação em vários Estados. "Hoje você consegue fazer a sua carteira de identidade em cada um dos Estados. Com essa iniciativa podemos dar os primeiros passos para colaborar com o governo federal para criar o Registro de Identidade Civil (RIC), que já existe em lei (lei nº 9.454/1997), mas que ainda não foi implantado no País", destacou Rocha.
As primeiras pessoas a aventarem essa possibilidade de registro com números únicos no Brasil foram Lídia Maejima e Carlos Bachinski, em 1992. Atualmente ocupam respectivamente os cargos de desembargadora e promotor de Justiça. "Na época afirmaram que o custo seria inviável. Para fazer a pesquisa em uma época anterior ao surgimento do Google, era muito demorado e tudo era feito por ofícios solicitando informações. Hoje todo mundo quer ser o pai da criança", destacou.
Vítor Ogawa
Reportagem Local-folha de londrina
Reportagem Local-folha de londrina

