Greve cogitada nas escolas estaduais
Professores da rede estadual de ensino também pretendem realizar manifestações a partir da próxima semana. "A volta às aulas marcada para segunda-feira será adiada", garantiu o presidente estadual da APP Sindicato, Hermes Silva Leão, após reunião na Casa Civil, em Curitiba.
O debate realizado na tarde de ontem com representantes do Governo do Estado não resolveu o impasse e a categoria promete realizar greve geral a partir da semana que vem. A decisão será oficializada em assembleia marcada para este sábado em Guarapuava.
"O governo apresentou propostas de parcelamento da rescisão dos PSS (professores contratados temporariamente) e de parcelamento do 1/3 de férias. Não foram apresentadas propostas para os demais débitos que o Estado tem com a categoria. Além disso, atividades no contraturno escolar, como o Celem (Centro de Línguas Estrangeiras Modernas), ficarão suspensas. Por fim, também foi dito na reunião que serão contratados 4,5 mil professores e não 5.522 como foi anunciado pelo governador Beto Richa. Há um corte no número de pedagogos. Sendo assim, não teremos outra saída a não ser a greve", revelou Leão.
A assessoria da Secretaria de Estado da Educação foi procurada durante a tarde para se posicionar sobre as negociações, mas não encaminhou resposta sobre as medidas que devem ser adotadas para evitar a paralisação. (V.C.)
FONTE - FOLHA DE LONDRINA
O debate realizado na tarde de ontem com representantes do Governo do Estado não resolveu o impasse e a categoria promete realizar greve geral a partir da semana que vem. A decisão será oficializada em assembleia marcada para este sábado em Guarapuava.
"O governo apresentou propostas de parcelamento da rescisão dos PSS (professores contratados temporariamente) e de parcelamento do 1/3 de férias. Não foram apresentadas propostas para os demais débitos que o Estado tem com a categoria. Além disso, atividades no contraturno escolar, como o Celem (Centro de Línguas Estrangeiras Modernas), ficarão suspensas. Por fim, também foi dito na reunião que serão contratados 4,5 mil professores e não 5.522 como foi anunciado pelo governador Beto Richa. Há um corte no número de pedagogos. Sendo assim, não teremos outra saída a não ser a greve", revelou Leão.
A assessoria da Secretaria de Estado da Educação foi procurada durante a tarde para se posicionar sobre as negociações, mas não encaminhou resposta sobre as medidas que devem ser adotadas para evitar a paralisação. (V.C.)
FONTE - FOLHA DE LONDRINA

