Agente penitenciário é feito refém durante rebelião em Piraquara
Cerca de 30 presos se rebelaram em uma galeria do bloco 6 da Penitenciária Central do Estado (PCE) na tarde de ontem em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) confirmou que um agente penitenciário foi feito refém durante o motim dos detentos, que teve início por volta das 15 horas.
A vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Petruska Sviercoski, informou que os presos exigem transferências da PCE para outras unidades para liberar o refém. "O ano passado teve 25 rebeliões com diversos agentes penitenciários em risco. Em 2014, chegamos a ter duas rebeliões na mesma semana", lembrou.
Duas rebeliões já haviam sido registradas neste ano, sendo que a última também aconteceu no bloco 6 da PCE de Piraquara, no mês de março. Os presos fizeram dois agentes reféns e exigiram transferência e proteção por causa da suspeita de integrarem uma lista de pessoas que seriam mortas por uma facção criminosa rival. De acordo com a vice-presidente do Sindarspen, a outra rebelião aconteceu na virada do ano na Casa de Custódia de Maringá, com a participação de 90 presos. Sete agentes penitenciários foram feitos reféns, sendo que o último foi liberado após 48 horas de rebelião. Até o fechamento da edição, o agente penitenciário continuava refém dos detentos da PCE e não havia informação se o funcionário público estava ferido.
A vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Petruska Sviercoski, informou que os presos exigem transferências da PCE para outras unidades para liberar o refém. "O ano passado teve 25 rebeliões com diversos agentes penitenciários em risco. Em 2014, chegamos a ter duas rebeliões na mesma semana", lembrou.
Duas rebeliões já haviam sido registradas neste ano, sendo que a última também aconteceu no bloco 6 da PCE de Piraquara, no mês de março. Os presos fizeram dois agentes reféns e exigiram transferência e proteção por causa da suspeita de integrarem uma lista de pessoas que seriam mortas por uma facção criminosa rival. De acordo com a vice-presidente do Sindarspen, a outra rebelião aconteceu na virada do ano na Casa de Custódia de Maringá, com a participação de 90 presos. Sete agentes penitenciários foram feitos reféns, sendo que o último foi liberado após 48 horas de rebelião. Até o fechamento da edição, o agente penitenciário continuava refém dos detentos da PCE e não havia informação se o funcionário público estava ferido.
Rafael Fantin
Reportagem local-folha de londrina
Reportagem local-folha de londrina


