Professores mantêm vigília nos 32 núcleos de educação
Curitiba - Enquanto o chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, e os deputados estaduais da base aliada ao governador Beto Richa (PSDB) discutiam ontem a data-base dos servidores públicos, em reunião na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, professores da rede pública seguiam em vigília nos Núcleos Regionais de Educação (NREs). De acordo com a APP-Sindicato, mais uma vez os 32 NREs não abriram as portas. A orientação é de que o movimento permaneça forte, pelo menos até que o Executivo formalize a proposta de reajustar em 8,17%, e não em 5%, os salários do funcionalismo.
O protesto nos núcleos ocorre desde a última segunda-feira, por conta do anúncio de que a gestão tucana descontaria as faltas dos docentes, cuja greve hoje completa 31 dias. Segundo o secretário de comunicação da APP, Luiz Fernando Rodrigues, 85% da categoria está paralisada. "As escolas que funcionam são apenas parcialmente, apesar de toda a pressão feita pelo governador", afirmou.
A FOLHA solicitou um balanço atualizado também à Secretaria de Estado da Educação (Seed), no entanto, não recebeu retorno até o fechamento desta edição. Por meio de nota, a pasta informou que a ocupação dos NREs prejudicou o andamento de diversos trabalhos, incluindo recadastramento de aposentados, vistorias de obras, censo escolar e trâmite de requisições para exames médicos.
Nesta sexta-feira, os professores se juntarão aos demais servidores públicos na chamada "Marcha dos 100 mil". O objetivo é relembrar os 30 dias da repressão aos trabalhadores, ocorrida no Centro Cívico, em Curitiba. Na ocasião, mais de 200 pessoas ficaram feridas pela Polícia Militar (PM). A concentração na capital será às 9 horas, na Praça 19 de Dezembro, a do Casal Nu. De lá, os manifestantes seguirão até a Praça Nossa Senhora de Salete, rebatizada pelos servidores de Praça 29 de abril. Não haverá ônibus saindo do interior. A intenção é que os atos se repitam nas principais cidades do Estado, caso de Londrina. A programação deve ser fechada hoje.
O protesto nos núcleos ocorre desde a última segunda-feira, por conta do anúncio de que a gestão tucana descontaria as faltas dos docentes, cuja greve hoje completa 31 dias. Segundo o secretário de comunicação da APP, Luiz Fernando Rodrigues, 85% da categoria está paralisada. "As escolas que funcionam são apenas parcialmente, apesar de toda a pressão feita pelo governador", afirmou.
A FOLHA solicitou um balanço atualizado também à Secretaria de Estado da Educação (Seed), no entanto, não recebeu retorno até o fechamento desta edição. Por meio de nota, a pasta informou que a ocupação dos NREs prejudicou o andamento de diversos trabalhos, incluindo recadastramento de aposentados, vistorias de obras, censo escolar e trâmite de requisições para exames médicos.
Nesta sexta-feira, os professores se juntarão aos demais servidores públicos na chamada "Marcha dos 100 mil". O objetivo é relembrar os 30 dias da repressão aos trabalhadores, ocorrida no Centro Cívico, em Curitiba. Na ocasião, mais de 200 pessoas ficaram feridas pela Polícia Militar (PM). A concentração na capital será às 9 horas, na Praça 19 de Dezembro, a do Casal Nu. De lá, os manifestantes seguirão até a Praça Nossa Senhora de Salete, rebatizada pelos servidores de Praça 29 de abril. Não haverá ônibus saindo do interior. A intenção é que os atos se repitam nas principais cidades do Estado, caso de Londrina. A programação deve ser fechada hoje.
Mariana Franco Ramos
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA

