Operação de combate a acidentes é lançada em Londrina
Integrantes de corporações como a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fizeram nesta segunda-feira (19) em Londrina o lançamento oficial da Operação Rodovida Cidades, coordenada pelo Ministério da Justiça, que tem o objetivo de reduzir o número de acidentes nas estradas do País. A ação começou na semana passada e segue até 5 de março, após o carnaval.
O lançamento foi realizado no Parque de Exposições Ney Braga, na zona oeste de Londrina. Uma blitz foi realizada na frente do parque. Na região, a Operação Rodovida Cidades conta com a participação das polícias rodoviárias Federal e Estadual, polícias Civil e Militar, Guarda Municipal, Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), entre outros órgãos. O grupo é coordenado pelo Ministério Público Estadual.
O capitão Alessandro Luis Wolski, comandante da 2ª Companhia do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, destaca que o intuito da ação é promover o trabalho integrado para reduzir o número de acidentes. "Isso depende da conscientização da população. O motorista muitas vezes age com imprudência e acaba provocando acidentes de maior gravidade. Esses acidentes acabam ceifando muitas vidas", ressaltou.
Responsável pela companhia que fiscaliza 2,5 mil quilômetros de estradas que passam por 86 municípios do Norte do Paraná, Wolski aponta que um dos problemas do trânsito hoje é o hábito de tirar "selfies" ao volante, imprudência "que deve ser abolida". Outra questão que contribui para os desastres, aponta, é que muitas vezes os motoristas não planejam o itinerário. "As pessoas acabam aumentando a velocidade para diminuir o atraso. Um dia antes a pessoa deve estabelecer a rota, verificar se há rodovias interditadas. Também deve procurar as cidades que oferecem bons hospitais e locais onde possam se hospedar em uma eventual emergência", orientou. Wolski sugere também que os motoristas façam a verificação das partes mecânica e elétrica do veículo antes de pegar a estrada.
A dona de casa Silvani Pereira de Carvalho, de 55 anos, foi uma das motoristas abordadas pela fiscalização da operação. E elogiou a iniciativa. "Acho importante esse tipo de fiscalização. Tem muita gente andando sem habilitação e muitos dirigem alcoolizados. Isso eu não acho legal. Esse tipo de gente quando recebe multa quer ir para a Justiça para recorrer, mas está errado. As pessoas têm que andar certo", cobrou.
Outro motorista abordado foi o médico Dirceu Hamilton Müller, de 42 anos. "Onde trabalho não atendo mais acidentes de trânsito, mas já atendi vítimas de colisões, capotamentos e atropelamentos. Na maioria das vezes ocorre por imprudência. No Brasil, as mortes no trânsito ultrapassam a média mundial em uma faixa bem larga, então devemos prevenir para diminuir esse número", ressaltou.
O inspetor Marcos Pierre Vespermann Carvalho, da Polícia Rodoviária Federal, lembra que o Brasil é signatário do pacto "Década Mundial de Redução de Acidentes", promovido pela Organização das Nações Unidas, que pretende reduzir 50% das vítimas graves e das mortes. A cada ano, mais de 40 mil vidas são perdidas no Brasil em função dos acidentes de transportes terrestres. Com esses números, o Brasil ocupa a 5ª posição no ranking mundial das vítimas de trânsito, perdendo apenas para Índia, China, EUA e Rússia.
O lançamento foi realizado no Parque de Exposições Ney Braga, na zona oeste de Londrina. Uma blitz foi realizada na frente do parque. Na região, a Operação Rodovida Cidades conta com a participação das polícias rodoviárias Federal e Estadual, polícias Civil e Militar, Guarda Municipal, Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), entre outros órgãos. O grupo é coordenado pelo Ministério Público Estadual.
O capitão Alessandro Luis Wolski, comandante da 2ª Companhia do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, destaca que o intuito da ação é promover o trabalho integrado para reduzir o número de acidentes. "Isso depende da conscientização da população. O motorista muitas vezes age com imprudência e acaba provocando acidentes de maior gravidade. Esses acidentes acabam ceifando muitas vidas", ressaltou.
Responsável pela companhia que fiscaliza 2,5 mil quilômetros de estradas que passam por 86 municípios do Norte do Paraná, Wolski aponta que um dos problemas do trânsito hoje é o hábito de tirar "selfies" ao volante, imprudência "que deve ser abolida". Outra questão que contribui para os desastres, aponta, é que muitas vezes os motoristas não planejam o itinerário. "As pessoas acabam aumentando a velocidade para diminuir o atraso. Um dia antes a pessoa deve estabelecer a rota, verificar se há rodovias interditadas. Também deve procurar as cidades que oferecem bons hospitais e locais onde possam se hospedar em uma eventual emergência", orientou. Wolski sugere também que os motoristas façam a verificação das partes mecânica e elétrica do veículo antes de pegar a estrada.
A dona de casa Silvani Pereira de Carvalho, de 55 anos, foi uma das motoristas abordadas pela fiscalização da operação. E elogiou a iniciativa. "Acho importante esse tipo de fiscalização. Tem muita gente andando sem habilitação e muitos dirigem alcoolizados. Isso eu não acho legal. Esse tipo de gente quando recebe multa quer ir para a Justiça para recorrer, mas está errado. As pessoas têm que andar certo", cobrou.
Outro motorista abordado foi o médico Dirceu Hamilton Müller, de 42 anos. "Onde trabalho não atendo mais acidentes de trânsito, mas já atendi vítimas de colisões, capotamentos e atropelamentos. Na maioria das vezes ocorre por imprudência. No Brasil, as mortes no trânsito ultrapassam a média mundial em uma faixa bem larga, então devemos prevenir para diminuir esse número", ressaltou.
O inspetor Marcos Pierre Vespermann Carvalho, da Polícia Rodoviária Federal, lembra que o Brasil é signatário do pacto "Década Mundial de Redução de Acidentes", promovido pela Organização das Nações Unidas, que pretende reduzir 50% das vítimas graves e das mortes. A cada ano, mais de 40 mil vidas são perdidas no Brasil em função dos acidentes de transportes terrestres. Com esses números, o Brasil ocupa a 5ª posição no ranking mundial das vítimas de trânsito, perdendo apenas para Índia, China, EUA e Rússia.
Vítor Ogawa
Reportagem Local/FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local/FOLHA DE LONDRINA


