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Justiça manda prender suspeito de matar homem após discussão em fila de bar, em Londrina


 

A Justiça determinou a prisão temporária do comerciante João Henrique Tatematsu, suspeito de matar um outro homem, de 31 anos, após uma discussão na fila do caixa de um bar, em Londrina, no norte do Paraná.

 

O crime aconteceu em 19 de setembro, no Escritório Bar, na Rua José Roque Salton, e o suspeito fugiu.

 

De acordo com a Polícia Civil, Segundo a polícia, Charleston Leandro Amaro foi atingido por vários disparos quando deixava o local. O corpo da vítima foi encontrado ao lado do estabelecimento.

 

Após a decisão da Justiça, a polícia informou que cumpriu mandados de busca e apreensão, na quarta-feira (29), em uma ação para tentar localizar o suspeito, mas que ele continua foragido.

 

g1 não localizou a defesa do suspeito.

 

Investigação

 

A Polícia Civil informou que a esposa da vitima foi ouvida e que ela confirmou que houve a discussão entre os dois homens na fila. A investigação tenta ouvir também outras pessoas que estavam no local quando o crime aconteceu.

 

Na data do crime, uma testemunha contou que após a discussão, os dois homens acertaram as comandas no caixa do bar e, momentos depois, quando eles estavam na rua, os disparos aconteceram.

 

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi chamado para socorrer a vítima, mas quando chegou ao local, o homem estava morto. Ele foi atingido no rosto e no tórax.

 

Imagens obtidas pela polícia da noite do crime mostram a vítima caída no asfalto, várias pessoas desesperadas por perto, e o suspeito se ter atirado fugindo. Ele entrou em um carro branco importado e sumiu.

 

O Escritório Bar informou que os tiros aconteceram do lado de fora do local, quando os clientes estavam indo embora, e que dentro do estabelecimento aconteceu uma discussão que foi apaziguada pelos seguranças.

 

A vítima, Charleston Leandro Amaro, segundo a Polícia Militar (PM), tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas. A Polícia Civil investiga se isso pode ter alguma ligação com o crime.

 

FONTE – G1 PR

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