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Um milhão de paranaenses deixaram de buscar a segunda dose


 Em relação às doses de reforço, os números mais preocupantes da 17ª Regional de Saúde foram registrados em Assaí e em Guaraci. Em Assaí, de 978 doses de reforço distribuídas foram aplicadas apenas 540 (55,2%). Em Guaraci de 366 doses de reforço distribuídas foram aplicadas apenas 41 (11,2%). 

Cerca de um milhão de paranaenses não voltaram para completar o esquema vacinal contra Covid-19, segundo dados apresentados na 5ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite  realizada na quarta-feira (8), em Curitiba. O panorama indicou a necessidade de busca ativa por parte dos municípios para aplicação da segunda dose (D2). Reportagem da Folha apontou que em Cambé, por exemplo,  8 mil pessoas não tomaram a segunda dose e em Sertanópolis foi realizada a devolução de 270 doses de vacina.


A situação mais preocupante na parte setentrional do Estado ocorreu em Ibaiti, que apenas 74,2% das pessoas buscaram a segunda dose. Das 23.073 doses distribuídas, 17.124 realização de completar o ciclo vacinal no município do Norte Pioneiro. Em relação às doses de reforço, os números mais preocupantes da 17ª Regional de Saúde foram registrados em Assaí e em Guaraci. Em Assaí, de 978 doses de reforço distribuídas foram aplicadas apenas 540 (55,2%). Em Guaraci de 366 doses de reforço distribuídas foram aplicadas apenas 41 (11,2%). Os dados são do Vacinômetro da Sesa (secretaria estadual de Saúde). 


 

Um milhão de paranaenses retirada de buscar a segunda dose
Américo Antonio / Sesa

 


“Depois de tudo que passamos até chegar uma vacina que levasse esperança para as pessoas, ainda temos registros de atrasos ou falta de procura pela segunda dose. Precisamos que essas pessoas se conscientizem da importância da imunização completa ”, disse o secretário municipal de Saúde de Mangueirinha e presidente do Cosems, Ivoliciano Leonarchik.


A equipe também ressaltou a importância da otimização do uso dos frascos de vacinas para que não haja descarte de nenhum imunizante. A Sesa orienta que em casos de sobra de doses, os municípios podem articular o remanejamento das vacinas com outras cidades, com apoio das Regionais de Saúde. A secretaria está distribuindo as vacinas de acordo com a necessidade apontada pelos municípios, reservando a restante dos imunizantes no Cemepar (Centro de Medicamentos do Paraná).


Nesta quarta-feira (8) o Paraná contém 132.050 vacinas contra um Covid-19 da Janssen referente ao primeiro lote enviado do braço farmacêutico da Johnson & Johnson, integralmente destinado a um reforço de dose (DR). Segundo a prévia do Informe Técnico do Ministério da Saúde referente a essa remessa, como doses devem ser destinado para reforço da população de fronteira internacional (91.150), população de rua (9.550) e parte da população adulta, acima de 18 anos (31.350) .


Os imunizantes chegaram ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h50 no voo LA3293, com mais 107.640 doses da farmacêutica norte-americana Pfizer / BioNTech. Ao todo, o Estado irlandês 239.690 vacinas neste lote. A remessa da Pfizer ainda não tem destinação definida pelo Ministério da Saúde.


O Vacinômetro aponta a distribuição no Estado de 19.243.063 doses de vacinas de todos os fabricantes, das quais foram aplicadas 16.913.792. Foram 9.029.039 aplicadas na primeira dose; 7.559.880 para uma segunda dose; 324.873 para uma dose única. A Sesa aponta que 9.353.912 paranaenses foram vacinados até o momento. Somente na 17ª Regional de Saúde de Londrina, que engloba 21 municípios, foram aplicadas 1.510.088 doses da vacina.  


VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Na reunião mesma a Sesa e o Cosems / PR pactuaram uma série de reforços nas ações de Vigilância em Saúde. Dentre as ações aprovadas, destacam-se o Provigia (Programa Estadual de Fortalecimento da Vigilância em Saúde) já anunciado pelo Governo do Estado nesta terça-feira (7), além do planejamento de execução da retomada de procedimentos cirúrgicos eletivos no Paraná.


Somente para o ProVigiA, derruba R $ 30 milhões a mais do tesouro do Estado. Além disso, o Governo deve lançar ainda este ano, um Programa Estadual de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos, com incremento de custeio, objetivando diminuir a fila de espera em todo o Paraná.  (Com AEN).


FOLHA DE LONDRINA - Vitor Ogawa - Grupo Folha


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