Megaoperação prende 436 em 20 Estados
No Paraná, 23 suspeitos de diversos tipos de crime foram detidos

Balanço da operação Brasil Integrado foi apresentado por meio de videoconferência
Curitiba - Cerca de 20 mil agentes de forças de segurança, incluindo policiais civis, militares e federais, de 20 Estados realizaram de forma integrada, pela primeira vez, uma megaoperação de combate ao crime. Entre terça e quarta-feira diversas equipes organizaram 1.545 bloqueios nas principais rodovias e abordaram mais de 70 mil pessoas. Além do Paraná, a ação ocorreu em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e nos Estados da Região Nordeste.
O resultado da operação Brasil Integrado, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça, apontou a prisão de 436 pessoas em flagrante ou em cumprimento de mandado, por diversos tipos de crime. Também foram apreendidas aproximadamente cinco toneladas de drogas, 100 armas de fogo, 1,7 mil munições e 427 veículos. "Isso mostra que estamos no caminho certo. Tivemos uma coordenação integrada que foi exemplar e, se dermos continuidade nesta política, com os Centros de Comando e Controle Regionais (CICCRs) sendo estendidos a todos os Estados, teremos um resultado bastante efetivo futuramente", comemorou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
No Paraná, 11.652 pessoas foram abordadas, das quais 23 foram presas em flagrante, sete por cumprimento de mandados de prisão e nove adolescentes apreendidos. Durante a operação foram vistoriados 18 embarcações e 7.215 veículos (4.854 carros, 1.738 motos, 150 ônibus e 473 caminhões), dos quais 113 foram apreendidos e dois, recuperados. Além disso, foram apreendidos 73,6 kg de maconha, 17 armas de fogo, 407 munições, 540 caixas de medicamentos, 131 maços de cigarros, 149 produtos eletrônicos, 189 pneus e 243 volumes (artigos de decoração, roupas e outros objetos).
"Queremos racionalizar estas informações e trabalhar cada vez mais de forma integrada. Todos estes números agora serão discutidos e, provavelmente, servirão de modelo para realizarmos novas operações", disse o secretário estadual de Segurança Pública, Leon Grupenmacher.
Para Sérgio Antonio Lorente, chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando no Paraná da Receita Federal, este trabalho integrado deve ser contínuo, principalmente nesta época do ano em que o movimento de sacoleiros e contrabandistas na fronteira com o Paraguai tem um "crescimento significativo".
Wagner Mesquita, delegado da Polícia Federal, acredita que o primeiro passo de integração das forças de segurança já foi dado, e que agora é necessário aprimorar as próximas operações. "Temos que adequar esta ferramenta de ação conjunta com todos os setores de inteligência. O resultado de nossas operações (no Paraná) tem reflexo imediato na criminalidade em outros Estados. É desta forma que os órgãos de todo o País têm que pensar daqui em diante", ressaltou.
O resultado da operação Brasil Integrado, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça, apontou a prisão de 436 pessoas em flagrante ou em cumprimento de mandado, por diversos tipos de crime. Também foram apreendidas aproximadamente cinco toneladas de drogas, 100 armas de fogo, 1,7 mil munições e 427 veículos. "Isso mostra que estamos no caminho certo. Tivemos uma coordenação integrada que foi exemplar e, se dermos continuidade nesta política, com os Centros de Comando e Controle Regionais (CICCRs) sendo estendidos a todos os Estados, teremos um resultado bastante efetivo futuramente", comemorou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
No Paraná, 11.652 pessoas foram abordadas, das quais 23 foram presas em flagrante, sete por cumprimento de mandados de prisão e nove adolescentes apreendidos. Durante a operação foram vistoriados 18 embarcações e 7.215 veículos (4.854 carros, 1.738 motos, 150 ônibus e 473 caminhões), dos quais 113 foram apreendidos e dois, recuperados. Além disso, foram apreendidos 73,6 kg de maconha, 17 armas de fogo, 407 munições, 540 caixas de medicamentos, 131 maços de cigarros, 149 produtos eletrônicos, 189 pneus e 243 volumes (artigos de decoração, roupas e outros objetos).
"Queremos racionalizar estas informações e trabalhar cada vez mais de forma integrada. Todos estes números agora serão discutidos e, provavelmente, servirão de modelo para realizarmos novas operações", disse o secretário estadual de Segurança Pública, Leon Grupenmacher.
Para Sérgio Antonio Lorente, chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando no Paraná da Receita Federal, este trabalho integrado deve ser contínuo, principalmente nesta época do ano em que o movimento de sacoleiros e contrabandistas na fronteira com o Paraguai tem um "crescimento significativo".
Wagner Mesquita, delegado da Polícia Federal, acredita que o primeiro passo de integração das forças de segurança já foi dado, e que agora é necessário aprimorar as próximas operações. "Temos que adequar esta ferramenta de ação conjunta com todos os setores de inteligência. O resultado de nossas operações (no Paraná) tem reflexo imediato na criminalidade em outros Estados. É desta forma que os órgãos de todo o País têm que pensar daqui em diante", ressaltou.
Rubens Chueire Jr.
Reportagem Local
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FOLHA DE LONDRINA

