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Desastre na saúde e na economia fere dignidade das pessoas, diz Romanelli


 O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) afirmou nesta sexta-feira, 7, que o Brasil vive um verdadeiro desastre na saúde e na economia. “Além do triste número de mortes e infecções, a pandemia está provocando tragédias na econômica, no emprego e na dignidade das pessoas”, afirma Romanelli ao se referir às pesquisas que demonstram a retração da atividade econômica e das oportunidades de emprego e renda.

Romanelli ressalta pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que revela que a atividade econômica no País teve queda de 6,7%, e os recentes dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), que mostram que 14,4 milhões de brasileiros estão fora do mercado formal. Para o deputado, são dados preocupantes e não há perspectiva de reversão do quadro no curto prazo.

“O quadro é de desalento e de baixas expectativas para o fim desta crise. Tristemente, o impacto de renda atinge as classes C e D e muita gente hoje sobrevive de doações por não ter o mínimo para sua subsistência. Isso impacta a dignidade das pessoas ”, avalia Romanelli. “A vacinação em massa é a solução, mas os desmandos do governo federal demonstram que não há como acreditar nisso num curto período de tempo”.

PESQUISA - A pesquisa divulgada pela Firjan na quinta-feira, 6, revela que a atividade econômica no Brasil caiu 6,7% no período de 12 meses, entre março de 2020 e fevereiro de 2021. O levantamento avaliação o desempenho de três grandes setores econômico no período: indústria, comércio e serviços.

De acordo com o estudo da Firjan, a retração no setor de serviços atingiu 8,3%. A indústria teve queda de 4,2% e a atividade do comércio caiu 1,9%. Para a entidade “a velocidade e o sucesso do programa de imunização contra a Covid-19 são fundamentais para que o país consiga superar a crise gerada pela pandemia”.

Os dados do estudo são do IBGE e consideram informações de 14 estados que mantém suas bases atualizadas. Somados, estes estados representam 87,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

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