Faltam vagas e educação
Dificuldade em estacionar leva motoristas a desrespeitarem espaços reservados para idosos, deficientes e para embarque e desembarque
Londrina – Encontrar uma vaga de estacionamento em Londrina é cada vez mais difícil. O crescimento acelerado da frota de veículos não é acompanhado por políticas públicas nem por uma fiscalização eficiente. Com isso, espaços reservados para embarque e desembarque, idosos e deficientes físicos se tornam uma alternativa para motoristas apressados e mal educados que ocupam as vagas sem ter direito.
A FOLHA percorreu vários pontos da cidade e constatou as irregularidades. No Aeroporto José Richa as reclamações por falta de vagas de estacionamento são constantes e na mesma proporção há o desrespeito por parte dos motoristas. "Não existe espaço suficiente para parar no local destinado para embarque e desembarque. Fui obrigado a usar a vaga para deficientes. Fiquei só uns 10 minutos e com receio de levar uma multa", confessa o corretor de imóveis Ângelo Góes, de 63 anos.
Na área de embarque e desembarque do aeroporto há uma vaga destinada para idosos, uma para deficientes e um local para ônibus de turismo. Nos demais setores é permitida apenas a parada rápida dos veículos para a chegada ou saída de passageiros. Porém, não há sinalização indicando qual é o tempo permitido de permanência. "Rodei um tempão até achar lugar. Nem no estacionamento privado encontrei vagas. Preferi não descer do carro porque não sei quanto tempo posso ficar e a gente fica com receio de levar multa", reclama a fonoaudióloga Ana Carolina Espinardi, de 32.
A fiscalização é feita apenas por uma policial militar, que trabalha durante seis horas por dia controlando a chegada e saída de veículos. "O pessoal sabe que não tem fiscalização o dia todo e por isso tem gente que deixa o carro parado aí um tempão. Outro problema é a parada em fila dupla, que atrapalha demais o trânsito", contou um segurança do aeroporto, que preferiu não se identificar.
No Terminal Rodoviário, o problema é semelhante, mas há um agravante. Não existem vagas reservadas para idosos e deficientes. "Já presenciei um veículo subir no hall de entrada, em um dia de chuva, para que uma idosa pudesse descer do carro", conta o taxista Flávio Yamada, de 33 anos.
Yamada acredita que deveria haver uma sinalização indicando que o estacionamento regulamentado tem carência de 15 minutos e isso evitaria que muita gente ficasse no local de embarque e desembarque aguardando a chegada de passageiros. "As pessoas não respeitam e param aqui um tempão. Nas manhãs de sábado e segunda-feira, quando o movimento é maior, um taxista fica controlando a chegada de passageiros e as vagas de táxi, senão os motoristas não respeitam nem o local reservado para os táxis", frisa.
folha de londrina
A FOLHA percorreu vários pontos da cidade e constatou as irregularidades. No Aeroporto José Richa as reclamações por falta de vagas de estacionamento são constantes e na mesma proporção há o desrespeito por parte dos motoristas. "Não existe espaço suficiente para parar no local destinado para embarque e desembarque. Fui obrigado a usar a vaga para deficientes. Fiquei só uns 10 minutos e com receio de levar uma multa", confessa o corretor de imóveis Ângelo Góes, de 63 anos.
Na área de embarque e desembarque do aeroporto há uma vaga destinada para idosos, uma para deficientes e um local para ônibus de turismo. Nos demais setores é permitida apenas a parada rápida dos veículos para a chegada ou saída de passageiros. Porém, não há sinalização indicando qual é o tempo permitido de permanência. "Rodei um tempão até achar lugar. Nem no estacionamento privado encontrei vagas. Preferi não descer do carro porque não sei quanto tempo posso ficar e a gente fica com receio de levar multa", reclama a fonoaudióloga Ana Carolina Espinardi, de 32.
A fiscalização é feita apenas por uma policial militar, que trabalha durante seis horas por dia controlando a chegada e saída de veículos. "O pessoal sabe que não tem fiscalização o dia todo e por isso tem gente que deixa o carro parado aí um tempão. Outro problema é a parada em fila dupla, que atrapalha demais o trânsito", contou um segurança do aeroporto, que preferiu não se identificar.
No Terminal Rodoviário, o problema é semelhante, mas há um agravante. Não existem vagas reservadas para idosos e deficientes. "Já presenciei um veículo subir no hall de entrada, em um dia de chuva, para que uma idosa pudesse descer do carro", conta o taxista Flávio Yamada, de 33 anos.
Yamada acredita que deveria haver uma sinalização indicando que o estacionamento regulamentado tem carência de 15 minutos e isso evitaria que muita gente ficasse no local de embarque e desembarque aguardando a chegada de passageiros. "As pessoas não respeitam e param aqui um tempão. Nas manhãs de sábado e segunda-feira, quando o movimento é maior, um taxista fica controlando a chegada de passageiros e as vagas de táxi, senão os motoristas não respeitam nem o local reservado para os táxis", frisa.
folha de londrina
Lucio Flávio Cruz
Reportagem Local
Reportagem Local

