IBIPORÃ - Sem equipamentos, UPA permanece fechada
Obras em Ibiporã foram concluídas há mais de seis meses; atividades devem começar em novembro
Boa parte dos 1,4 mil metros quadrados da unidade continua vazia; o laboratório e a base do Samu funcionam no local
Município ainda precisa adquirir equipamentos e contratar funcionários
Ibiporã – Cerca de 120 pacientes devem receber cuidados médicos todos os dias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina). Por enquanto, boa parte dos 1,4 mil metros quadrados continua vazia, sem equipamentos, funcionários e nem pacientes. A estrutura entregue no segundo semestre do ano passado custou, aproximadamente, R$ 3 milhões. Metade dos recursos foi repassada pelo governo federal e o restante foi investido pela prefeitura.
A unidade, localizada no Jardim Serraia, será a primeiro do município a realizar atendimentos de urgência e emergência, mas o início das atividades depende de licitações em andamento para a compra de cerca de 400 itens, como medicamentos, móveis e materiais básicos descartáveis. O diretor da Secretaria Municipal de Saúde, Ilto de Souza, garantiu que os editais que envolvem a UPA são tratados como prioridade pela prefeitura. "Nós também temos pressa, mas a burocracia precisa ser respeitada", destacou.
A unidade começou a ser construída no início de 2011. Conforme Souza, o projeto abrangia uma estrutura de 700 metros quadrados, tamanho duplicado após adequações feitas pela prefeitura. Em abril deste ano, o governo federal repassou R$ 515 mil para a compra de equipamentos e só após o recebimento do recurso foi possível licitar a aquisição. "Também já contratamos a UEL (Universidade Estadual de Londrina), que vai realizar o concurso público para a contratação de funcionários. A expectativa é que os atendimentos comecem entre novembro e dezembro deste ano", afirmou. Serão contratados em torno de 60 profissionais.
A intenção é manter, pelo menos, dois médicos (um clínico geral e um pediatra) à disposição da população durante 24 horas. A unidade contempla dois leitos para atendimentos de urgência e emergência, oito leitos para casos em observação e quartos para atendimentos relacionados à saúde mental. O laboratório municipal para a análise de exames clínicos e a base do Samu já funcionam em parte da estrutura da nova UPA. De acordo com a coordenadora do Samu, Cintia Martins Novaes, a localização deve facilitar os atendimentos.
Até a inauguração da unidade, apenas o Hospital Cristo Rei mantém os atendimentos de urgência e emergência em Ibiporã. O local é filantrópico e alvo de reclamações constantes. "Estamos acompanhando as escalas de plantão e deixamos a UBS Central aberta até às 22 horas, de segunda a sexta, e até as 18 horas aos sábados, domingos e feriados para que a população não fique sem atendimento", comentou. O hospital passa por uma intervenção e é investigado pelo Ministério Público por suspeitas de irregularidades.
Das oito unidades básicas de saúde existentes na cidade, cinco estão em reforma e os atendimentos são feitos de forma improvisada em imóveis alugados ou cedidos. "Até o final do ano, toda a rede estará reestruturada e esperamos inaugurar também a UPA. Estamos fazendo o possível", reforçou o diretor da Secretaria de Saúde.
folha de londrina
A unidade, localizada no Jardim Serraia, será a primeiro do município a realizar atendimentos de urgência e emergência, mas o início das atividades depende de licitações em andamento para a compra de cerca de 400 itens, como medicamentos, móveis e materiais básicos descartáveis. O diretor da Secretaria Municipal de Saúde, Ilto de Souza, garantiu que os editais que envolvem a UPA são tratados como prioridade pela prefeitura. "Nós também temos pressa, mas a burocracia precisa ser respeitada", destacou.
A unidade começou a ser construída no início de 2011. Conforme Souza, o projeto abrangia uma estrutura de 700 metros quadrados, tamanho duplicado após adequações feitas pela prefeitura. Em abril deste ano, o governo federal repassou R$ 515 mil para a compra de equipamentos e só após o recebimento do recurso foi possível licitar a aquisição. "Também já contratamos a UEL (Universidade Estadual de Londrina), que vai realizar o concurso público para a contratação de funcionários. A expectativa é que os atendimentos comecem entre novembro e dezembro deste ano", afirmou. Serão contratados em torno de 60 profissionais.
A intenção é manter, pelo menos, dois médicos (um clínico geral e um pediatra) à disposição da população durante 24 horas. A unidade contempla dois leitos para atendimentos de urgência e emergência, oito leitos para casos em observação e quartos para atendimentos relacionados à saúde mental. O laboratório municipal para a análise de exames clínicos e a base do Samu já funcionam em parte da estrutura da nova UPA. De acordo com a coordenadora do Samu, Cintia Martins Novaes, a localização deve facilitar os atendimentos.
Até a inauguração da unidade, apenas o Hospital Cristo Rei mantém os atendimentos de urgência e emergência em Ibiporã. O local é filantrópico e alvo de reclamações constantes. "Estamos acompanhando as escalas de plantão e deixamos a UBS Central aberta até às 22 horas, de segunda a sexta, e até as 18 horas aos sábados, domingos e feriados para que a população não fique sem atendimento", comentou. O hospital passa por uma intervenção e é investigado pelo Ministério Público por suspeitas de irregularidades.
Das oito unidades básicas de saúde existentes na cidade, cinco estão em reforma e os atendimentos são feitos de forma improvisada em imóveis alugados ou cedidos. "Até o final do ano, toda a rede estará reestruturada e esperamos inaugurar também a UPA. Estamos fazendo o possível", reforçou o diretor da Secretaria de Saúde.
folha de londrina
Viviani Costa
Reportagem local
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