POLICIAL RODOVIÁRIO ESTADUAL DO POSTO DE CORNÉLIO PROCÓPIO É INVESTIGADO POR SER SUSPEITO DE FACILITAR FUGA
Cornélio Procópio – Um policial rodoviário estadual do posto de Cornélio Procópio (Norte) é investigado pela Polícia Federal (PF), em Londrina, por ser suspeito de ter facilitado a fuga de um batedor durante abordagem da Polícia Militar a um caminhão carregado de cigarros contrabandeados, na manhã de quinta-feira, no trecho urbano da BR-369, em Cornélio Procópio.
Segundo o depoimento do policial militar que atendeu a ocorrência, um homem com as mesmas características do batedor fugiu após pegar carona na viatura da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O delegado da PF, Pedro Paulo de Figueiredo, que investiga o caso, contou que o policial rodoviário estava sozinho na viatura. O parceiro, que estava no posto, também será ouvido na investigação.
O policial rodoviário se apresentou no mesmo dia na Delegacia da PF em Londrina e foi liberado. De acordo o delegado, ele disse que tinha ido até a rodovia para conferir uma denúncia de animal solto na pista. Sem encontrar o tal animal, retornava para o posto quando um homem pediu carona. "O policial relatou que um homem bem vestido pediu carona até a cidade, mas não sabe dizer se era o batedor."
Figueiredo pondera que é cedo para afirmar qualquer coisa. "Há uma situação que precisa ser apurada. Por enquanto não há indícios relevantes, tanto que nem fizemos a prisão em flagrante. Temos que nos certificar se o homem era realmente o batedor. Se for constatado que houve crime, o policial irá responder", garantiu.
A caminhonete Strada abandonada pelo batedor foi apreendida pela PM ao lado de uma fábrica de sorvetes. O motorista do caminhão Volvo, com placas de Marechal Cândido Rondon, foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia da PF em Londrina. Ele confessou ter recebido R$ 4 mil para transportar as 12 toneladas de maços de cigarro do Oeste do Estado até a capital paulista.
A reportagem entrou em contato com as assessorias das polícias Militar e Rodoviária, em Curitiba, para saber quais os procedimentos serão tomados, porém até o fechamento da edição os envolvidos ainda eram ouvidos pelo comando. Um relatório oficial deverá ser divulgado hoje.
Segundo o depoimento do policial militar que atendeu a ocorrência, um homem com as mesmas características do batedor fugiu após pegar carona na viatura da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O delegado da PF, Pedro Paulo de Figueiredo, que investiga o caso, contou que o policial rodoviário estava sozinho na viatura. O parceiro, que estava no posto, também será ouvido na investigação.
O policial rodoviário se apresentou no mesmo dia na Delegacia da PF em Londrina e foi liberado. De acordo o delegado, ele disse que tinha ido até a rodovia para conferir uma denúncia de animal solto na pista. Sem encontrar o tal animal, retornava para o posto quando um homem pediu carona. "O policial relatou que um homem bem vestido pediu carona até a cidade, mas não sabe dizer se era o batedor."
Figueiredo pondera que é cedo para afirmar qualquer coisa. "Há uma situação que precisa ser apurada. Por enquanto não há indícios relevantes, tanto que nem fizemos a prisão em flagrante. Temos que nos certificar se o homem era realmente o batedor. Se for constatado que houve crime, o policial irá responder", garantiu.
A caminhonete Strada abandonada pelo batedor foi apreendida pela PM ao lado de uma fábrica de sorvetes. O motorista do caminhão Volvo, com placas de Marechal Cândido Rondon, foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia da PF em Londrina. Ele confessou ter recebido R$ 4 mil para transportar as 12 toneladas de maços de cigarro do Oeste do Estado até a capital paulista.
A reportagem entrou em contato com as assessorias das polícias Militar e Rodoviária, em Curitiba, para saber quais os procedimentos serão tomados, porém até o fechamento da edição os envolvidos ainda eram ouvidos pelo comando. Um relatório oficial deverá ser divulgado hoje.
Celso Felizardo
Reportagem Local-folha de londrina
Reportagem Local-folha de londrina

