Comoção marca enterro em Sabáudia
Sabáudia - Cerca de 500 pessoas foram à Paróquia Santa Terezinha em Sabáudia (Região Metropolitana de Londrina) para o velório de Sidnei Romano, uma das vítimas do naufrágio no barco-hotel Sonho de Pantanal, que navegava pelo Rio Paraguai e afundou em Porto Murtinho (MS), na tarde de quarta-feira. Romano era engenheiro agrônomo e trabalhava em uma empresa que comercializa insumos agrícolas. De acordo com amigos e familiares, ele destacou-se profissionalmente como um bom orientador dos agricultores da região sobre quais os melhores defensivos agrícolas para cada tipo de propriedade e cultura.
O agricultor João Luiz Marchini, de 49 anos, relata que logo após a formatura de Romano foi ele o responsável por apresentá-lo aos produtores rurais da região. "O gerente da empresa na época fez esse pedido para mim e na época ele pegou o jeito da profissão logo e embalou. Rapidamente ele se tornou uma pessoa muito querida por todos os agricultores", revelou. Marchini revelou que recebeu a notícia da morte de Romano por um amigo em comum. "Foi difícil acreditar. Ele tinha um coração bom demais. Todos os agricultores gostavam dele."
Durante o velório, o padre conduziu uma missa em que homenageou o amigo, que participou de várias celebrações e casamentos como músico. O primo dele, Fábio Duratti, de 40 anos, destacou que Romano era uma pessoa religiosa, alegre e que tocava tanto violão como teclado na Igreja. "Eu moro em Astorga e nos víamos pouco, mas ele sempre demonstrou ter essa alegria. Acho que esse é o seu maior legado."
Roseane Matesco Rodrigues, de 41 anos, foi professora dele e não poupou elogios a Romano. "Isso é de família. O pai dele ajuda na Ação Social. Ele deixou um casal de filhos lindos e a esposa dele também é professora como eu", afirmou.
O corpo de Sidnei Romano seria sepultado ontem, por volta das 19h30, no Cemitério Municipal de Sabáudia.
Vítor Ogawa
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA
O agricultor João Luiz Marchini, de 49 anos, relata que logo após a formatura de Romano foi ele o responsável por apresentá-lo aos produtores rurais da região. "O gerente da empresa na época fez esse pedido para mim e na época ele pegou o jeito da profissão logo e embalou. Rapidamente ele se tornou uma pessoa muito querida por todos os agricultores", revelou. Marchini revelou que recebeu a notícia da morte de Romano por um amigo em comum. "Foi difícil acreditar. Ele tinha um coração bom demais. Todos os agricultores gostavam dele."
Durante o velório, o padre conduziu uma missa em que homenageou o amigo, que participou de várias celebrações e casamentos como músico. O primo dele, Fábio Duratti, de 40 anos, destacou que Romano era uma pessoa religiosa, alegre e que tocava tanto violão como teclado na Igreja. "Eu moro em Astorga e nos víamos pouco, mas ele sempre demonstrou ter essa alegria. Acho que esse é o seu maior legado."
Roseane Matesco Rodrigues, de 41 anos, foi professora dele e não poupou elogios a Romano. "Isso é de família. O pai dele ajuda na Ação Social. Ele deixou um casal de filhos lindos e a esposa dele também é professora como eu", afirmou.
O corpo de Sidnei Romano seria sepultado ontem, por volta das 19h30, no Cemitério Municipal de Sabáudia.
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA

