Londrina Futsal tentará feito inédito
Time londrinense não contará com sua artilheira na decisão em Cianorte
A técnica do Londrina Futsal Feminino, Jayne Borim, voltou a mostrar insatisfação com a instabilidade apresentada por suas comandadas na derrota por 7 a 1 para o Cianorte, no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paranaense, realizado no último sábado em Londrina. Segundo a treinadora, o problema recorrente durante o campeonato voltou a ser decisivo para o revés diante do atual campeão.
"Montamos uma estratégia de jogo para anular os pontos fortes do adversário, mas tomamos o gol. O primeiro tempo terminou 1 a 0, conseguimos o empate logo no início da segunda etapa, mas a equipe não teve equilíbrio emocional para segurar o empate. A gente tenta corrigir, mas o meu time não responde, tem muitos altos e baixos", esbravejou a técnica.
A coordenadora da equipe, Vanda Sanches, disparou contra a arbitragem. "No meu ponto de vista existe uma predisposição da arbitragem, em geral, em marcar alguma coisa contra nossa equipe. E dão uma ênfase na marcação, que transforma algo simples em uma falta para expulsão, no entanto, perder é do jogo, não se discute isso", reclamou.
Agora, se quiser continuar sonhando com o seu 16º título estadual, o Londrina terá que fazer o que time nenhum conseguiu neste campeonato, que foi vencer o atual campeão. As londrinenses precisam do triunfo – por qualquer vantagem – no tempo normal em jogo marcado para o próximo sábado, na casa das rivais, para levar a decisão para a prorrogação, a qual também necessitarão vencer. "Ficou mais difícil, claro, mas não impossível", diz Jayne.
A última aposta da treinadora para tentar reverter a vantagem cianortense é trabalhar o lado psicológico do elenco. "Agora é tentar mexer com o emocional", falou a comandante. A missão que já não era fácil será um pouco mais complicada sem a ala Lisiane. Artilheira da equipe e vice do torneio, com 14 gols anotados, foi expulsa no duelo do Moringão, e terá que cumprir automática, assim como a própria treinadora.
"Montamos uma estratégia de jogo para anular os pontos fortes do adversário, mas tomamos o gol. O primeiro tempo terminou 1 a 0, conseguimos o empate logo no início da segunda etapa, mas a equipe não teve equilíbrio emocional para segurar o empate. A gente tenta corrigir, mas o meu time não responde, tem muitos altos e baixos", esbravejou a técnica.
A coordenadora da equipe, Vanda Sanches, disparou contra a arbitragem. "No meu ponto de vista existe uma predisposição da arbitragem, em geral, em marcar alguma coisa contra nossa equipe. E dão uma ênfase na marcação, que transforma algo simples em uma falta para expulsão, no entanto, perder é do jogo, não se discute isso", reclamou.
Agora, se quiser continuar sonhando com o seu 16º título estadual, o Londrina terá que fazer o que time nenhum conseguiu neste campeonato, que foi vencer o atual campeão. As londrinenses precisam do triunfo – por qualquer vantagem – no tempo normal em jogo marcado para o próximo sábado, na casa das rivais, para levar a decisão para a prorrogação, a qual também necessitarão vencer. "Ficou mais difícil, claro, mas não impossível", diz Jayne.
A última aposta da treinadora para tentar reverter a vantagem cianortense é trabalhar o lado psicológico do elenco. "Agora é tentar mexer com o emocional", falou a comandante. A missão que já não era fácil será um pouco mais complicada sem a ala Lisiane. Artilheira da equipe e vice do torneio, com 14 gols anotados, foi expulsa no duelo do Moringão, e terá que cumprir automática, assim como a própria treinadora.
Rafael Souza
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA

