PF investiga vazamento de redação do Enem
Estudante do Piauí teria recebido imagem da prova antes do início do exame
Neste ano, o Enem recebeu 8,7 milhões de inscrições
Brasília - A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar a denúncia de vazamento do tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicado no fim de semana.
Na quarta, um candidato do Piauí procurou a PF para informar que teria recebido uma imagem da prova antes do início do exame. Segundo o estudante Jomásio Barros, a imagem foi enviada pelo WhatsApp, aplicativo de mensagens para celulares. O aparelho do estudante foi apreendido, e o caso está sendo investigado.
Em seu perfil em uma rede social, publicou no mesmo dia uma imagem da mensagem e afirmou: "E agora? Como um exame à (sic) nível nacional pode ser totalmente seguro e confiável, se o tema da proposta de redação já tinha chegado até em mim?" Segundo a sua página pessoal, ele mora em Picos (PI) e é estudante de Direito.
O Inep, instituto do Ministério da Educação responsável pelo Enem, afirmou que a polícia "está realizando perícias no aparelho".
"Desde o início do exame outras denúncias foram recebidas e, quando apuradas, todas se mostraram infundadas. O Inep trabalha em conjunto com a PF para dar, cada vez mais, rigor e segurança à aplicação do exame, garantindo assim a isonomia entre os participantes", disse o instituto, em nota.
Neste ano, o Enem recebeu 8,7 milhões de inscrições. O tema da redação foi a "publicidade infantil em questão no Brasil".
De acordo com a PF, quatro pessoas foram detidas durante a realização do Enem. Os casos, em que houve uso indevido do celular durante a prova ocorreram nos Estados do Ceará, de Minas Gerais e do Tocantins.
Em Juazeiro do Norte, a 560 quilômetros de Fortaleza, duas pessoas foram detidas. Um dos presos usava o celular para recebimento de gabaritos, enquanto o outro envolvido na fraude ficava do lado de fora, passando informações ao candidato na sala.
A dupla foi autuada pelo crime previsto no artigo 311-A, do Código Penal, que trata das fraudes em concurso de interesse público. Os dois foram liberados após o pagamento de fiança, informou a PF local.
Outro homem foi preso em uma escola pública em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por ter usado o celular durante a prova. A PF mineira informou que ele foi detido no domingo por policiais militares e depois encaminhado à Polícia Federal. Ele pagou R$ 724 de fiança e foi libertado.
Também houve prisão de um jovem de 21 anos em Palmas. Durante a realização da prova, ele fotografou o exame com o celular e enviou a imagem pelo Whatsapp. A intenção do rapaz, segundo a PF de Tocantins, era receber o gabarito das questões pelo telefone. Todos os presos foram eliminados do Enem.
Na quarta, um candidato do Piauí procurou a PF para informar que teria recebido uma imagem da prova antes do início do exame. Segundo o estudante Jomásio Barros, a imagem foi enviada pelo WhatsApp, aplicativo de mensagens para celulares. O aparelho do estudante foi apreendido, e o caso está sendo investigado.
Em seu perfil em uma rede social, publicou no mesmo dia uma imagem da mensagem e afirmou: "E agora? Como um exame à (sic) nível nacional pode ser totalmente seguro e confiável, se o tema da proposta de redação já tinha chegado até em mim?" Segundo a sua página pessoal, ele mora em Picos (PI) e é estudante de Direito.
O Inep, instituto do Ministério da Educação responsável pelo Enem, afirmou que a polícia "está realizando perícias no aparelho".
"Desde o início do exame outras denúncias foram recebidas e, quando apuradas, todas se mostraram infundadas. O Inep trabalha em conjunto com a PF para dar, cada vez mais, rigor e segurança à aplicação do exame, garantindo assim a isonomia entre os participantes", disse o instituto, em nota.
Neste ano, o Enem recebeu 8,7 milhões de inscrições. O tema da redação foi a "publicidade infantil em questão no Brasil".
PRISÕES
De acordo com a PF, quatro pessoas foram detidas durante a realização do Enem. Os casos, em que houve uso indevido do celular durante a prova ocorreram nos Estados do Ceará, de Minas Gerais e do Tocantins.
Em Juazeiro do Norte, a 560 quilômetros de Fortaleza, duas pessoas foram detidas. Um dos presos usava o celular para recebimento de gabaritos, enquanto o outro envolvido na fraude ficava do lado de fora, passando informações ao candidato na sala.
A dupla foi autuada pelo crime previsto no artigo 311-A, do Código Penal, que trata das fraudes em concurso de interesse público. Os dois foram liberados após o pagamento de fiança, informou a PF local.
Outro homem foi preso em uma escola pública em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por ter usado o celular durante a prova. A PF mineira informou que ele foi detido no domingo por policiais militares e depois encaminhado à Polícia Federal. Ele pagou R$ 724 de fiança e foi libertado.
Também houve prisão de um jovem de 21 anos em Palmas. Durante a realização da prova, ele fotografou o exame com o celular e enviou a imagem pelo Whatsapp. A intenção do rapaz, segundo a PF de Tocantins, era receber o gabarito das questões pelo telefone. Todos os presos foram eliminados do Enem.
Das Agências-folha de londrina

