Presos 27 suspeitos de contrabando de cigarro
Dois empresários foram detidos em condomínio de luxo na zona sul de Londrina
Guaíra – Dois empresários, pai e filho, foram presos na manhã de ontem em Londrina acusados de comandarem uma quadrilha de contrabando de cigarros do Paraguai, que agia em diversos Estados. A Operação Delivery, da Polícia Federal (PF), contou com a participação de 140 agentes e efetuou 27 prisões, entre elas de dois policiais, no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Os empresários foram presos em casa, uma mansão em um condomínio de luxo, localizado na zona sul de Londrina.
Um dos suspeitos tentou se esconder em um "compartimento secreto" dentro da residência. "Era uma espécie de armário falso que dava para uma sala secreta. Os policiais tiveram dificuldades para encontrar o esconderijo e o acusado, ao ser preso, estava só de cuecas", informou o delegado Valcley Rubens Vendramin, um dos responsáveis pela operação. "No comando da quadrilha eles amealharam significativo patrimônio", acrescentou.
De acordo com a PF, pai e filho já haviam sido investigados em outras operações policiais por contrabando. As identidades da dupla não foram reveladas pela polícia.
A PF investigava a quadrilha há um ano e foram efetuadas 27 prisões dos 31 mandados expedidos pela Justiça. Foram cumpridos ainda os 32 mandados de busca e a apreensão em cidades paranaenses e paulistas. No Paraná, além de Londrina, as prisões aconteceram em Guaíra, Cascavel, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Curitiba. Houve também detenções em São Paulo e Mundo Novo.
"A quadrilha era bem organizada e funcionava como um empresa. O financiadores e gestores eram de Londrina e São Paulo. Eles usavam transportadores do Paraguai, além de olheiros em Guaíra e Londrina. Os policiais agiam como facilitadores, informando quando havia bloqueios policiais e auxiliando na passagem do contrabando pelas fiscalizações", explicou Vendramin. Foram decretadas as prisões de dois policiais rodoviários federais e um estadual. Dois deles foram presos em Cornélio Procópio e Guaíra. Os cigarros contrabandeados eram vendidos no varejo em São Paulo, Curitiba e em Estados do Nordeste.
Ao longo da operação, que contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal, foram efetuadas 37 prisões, apreendidos 31 caminhões, carretas e bitrens e 24 mil caixas de cigarros, o equivalente a 12 milhões de maços. Foram fechados ainda barracões e escritórios. "Cálculos da Receita indicam que o prejuízo em tributos não recolhidos alcança R$ 104 milhões", frisou o delegado da PF.
Os empresários foram presos em casa, uma mansão em um condomínio de luxo, localizado na zona sul de Londrina.
Um dos suspeitos tentou se esconder em um "compartimento secreto" dentro da residência. "Era uma espécie de armário falso que dava para uma sala secreta. Os policiais tiveram dificuldades para encontrar o esconderijo e o acusado, ao ser preso, estava só de cuecas", informou o delegado Valcley Rubens Vendramin, um dos responsáveis pela operação. "No comando da quadrilha eles amealharam significativo patrimônio", acrescentou.
De acordo com a PF, pai e filho já haviam sido investigados em outras operações policiais por contrabando. As identidades da dupla não foram reveladas pela polícia.
A PF investigava a quadrilha há um ano e foram efetuadas 27 prisões dos 31 mandados expedidos pela Justiça. Foram cumpridos ainda os 32 mandados de busca e a apreensão em cidades paranaenses e paulistas. No Paraná, além de Londrina, as prisões aconteceram em Guaíra, Cascavel, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Curitiba. Houve também detenções em São Paulo e Mundo Novo.
"A quadrilha era bem organizada e funcionava como um empresa. O financiadores e gestores eram de Londrina e São Paulo. Eles usavam transportadores do Paraguai, além de olheiros em Guaíra e Londrina. Os policiais agiam como facilitadores, informando quando havia bloqueios policiais e auxiliando na passagem do contrabando pelas fiscalizações", explicou Vendramin. Foram decretadas as prisões de dois policiais rodoviários federais e um estadual. Dois deles foram presos em Cornélio Procópio e Guaíra. Os cigarros contrabandeados eram vendidos no varejo em São Paulo, Curitiba e em Estados do Nordeste.
Ao longo da operação, que contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal, foram efetuadas 37 prisões, apreendidos 31 caminhões, carretas e bitrens e 24 mil caixas de cigarros, o equivalente a 12 milhões de maços. Foram fechados ainda barracões e escritórios. "Cálculos da Receita indicam que o prejuízo em tributos não recolhidos alcança R$ 104 milhões", frisou o delegado da PF.
Lucio Flávio Cruz
Reportagem Local
Reportagem Local

