PF indicia Vargas e outros três ex-deputados
A Polícia Federal (PF) concluiu sete inquéritos da 11ª fase da Operação Lava Jato, e promoveu 30 indiciamentos de pelo menos 17 investigados, entre eles quatro ex-parlamentares: André Vargas (sem partido-PR); Luiz Argôlo (expulso do Solidariedade) e Pedro Corrêa (PP-PE) e sua filha, Aline Corrêa (PP-SP).
Os inquéritos tinham como objetivo apurar crimes de corrupção ativa e passiva, fraude a licitações, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros. Também foram indiciados o irmão de André, Leon Vargas; a mulher do ex-deputado Edilaira Soares; o doleiro Alberto Youssef; o empresário Leonardo Meirelles (sócio da Labogen); e Ricardo Hoffmann, publicitário e ex-dirigente da agência Borghi/Lowe, que fechou diversos contratos de publicidade com o Ministério da Saúde e com a Caixa Econômica Federal (CEF).
Conforme informações do delegado da PF, Márcio Anselmo, alguns dos envolvidos foram indiciados por mais de um crime. É o caso de Youssef, que foi indiciado cinco vezes, e André Vargas e Pedro Corrêa, por três vezes. Os ex-parlamentares (exceto Aline Corrêa) estão presos na carceragem da PF, em Curitiba, desde o dia 10 de abril.
A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) informou na tarde de ontem que já está analisando os inquéritos, e que deve apresentar as denúncias à Justiça Federal do Paraná nos próximos dias. Assim que o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal, acatar tais denúncias, os envolvidos tornam-se réus. (R.C.J.)
folha de londrina
Os inquéritos tinham como objetivo apurar crimes de corrupção ativa e passiva, fraude a licitações, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros. Também foram indiciados o irmão de André, Leon Vargas; a mulher do ex-deputado Edilaira Soares; o doleiro Alberto Youssef; o empresário Leonardo Meirelles (sócio da Labogen); e Ricardo Hoffmann, publicitário e ex-dirigente da agência Borghi/Lowe, que fechou diversos contratos de publicidade com o Ministério da Saúde e com a Caixa Econômica Federal (CEF).
Conforme informações do delegado da PF, Márcio Anselmo, alguns dos envolvidos foram indiciados por mais de um crime. É o caso de Youssef, que foi indiciado cinco vezes, e André Vargas e Pedro Corrêa, por três vezes. Os ex-parlamentares (exceto Aline Corrêa) estão presos na carceragem da PF, em Curitiba, desde o dia 10 de abril.
A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) informou na tarde de ontem que já está analisando os inquéritos, e que deve apresentar as denúncias à Justiça Federal do Paraná nos próximos dias. Assim que o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal, acatar tais denúncias, os envolvidos tornam-se réus. (R.C.J.)
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