Pé vermelho no Pan
Rafael Araújo faz últimos preparativos para o torneio de vôlei dos Jogos de Toronto
Apesar de já ter jogado na seleção principal, londrinense não se sente referência no time: "Está todo mundo no mesmo patamar"
O momento é de expectativa para o oposto londrinense Rafael Araújo, 24 anos. Ele integra a seleção masculina de vôlei que nesta semana entra na reta final de preparação para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que serão disputados entre 10 e 26 de julho. O Brasil será representado no Canadá por uma equipe alternativa, já que o time principal vai jogar no mesmo período a fase final da Liga Mundial, no Rio de Janeiro.
"Temos no grupo jogadores da seleção sub-23, alguns mais velhos, que já estiveram na seleção principal, participaram de Liga Mundial, é tudo muito misturado", relata. O próprio Rafael teve uma experiência na seleção principal, na Liga Mundial do ano passado. Antes, foi campeão sul-americano juvenil, em 2010, e do Mundial sub-23, em 2013.
"Mesmo com essa experiência na Liga Mundial, que é um campeonato totalmente diferente, não me sinto uma referência (dentro do grupo). Está todo mundo mais ou menos com a mesma idade, no mesmo patamar", garante.
Apesar de o Brasil ir a Toronto com um time alternativo, Rafael aponta que o grupo sente duas pressões. A primeira é manter o bom nome do vôlei brasileiro, atual bicampeão do torneio masculino no Pan. "O Brasil sempre leva essa pressão para ganhar e a gente tem que mostrar serviço", diz o oposto. A segunda é decorrente da primeira: quem for bem agora, pode começar a cavar um espaço na seleção que disputará as Olimpíadas do Rio de Janeiro, no ano que vem. "É claro que não há nenhuma garantia, mas quem se destacar no Pan vai sair à frente nos preparativos para o Rio", afirma o londrinense.
Rafael esteve no final de semana em Londrina, visitando a família. Ele nasceu em Umuarama e se mudou para cá muito novo. Começou no vôlei no Grêmio Londrinense e no Colégio Ateneu. Em 2010, foi para Florianópolis, onde jogou no Cimed Esporte Clube, no Cimed/Sky e no Super Imperatriz. Após uma temporada no Taubaté, chegou ao Sesi-SP, onde foi vice-campeão da Superliga este ano.
"Comecei a temporada bem, oscilei um pouco e terminei na reserva. É difícil fazer uma análise do momento sem o time (a seleção) jogar. Por isso esses jogos no Nordeste vão dar um parâmetro", diz o oposto, em referência a cinco jogos preparativos que o time do Pan vai fazer contra a Argentina, antes da viagem para Toronto: três serão oficiais, em Natal, Fortaleza e João Pessoa, e dois serão jogos-treinos. O grupo está treinando no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), desde o início de maio, e por enquanto fez apenas três amistosos contra a seleção militar.
"Temos no grupo jogadores da seleção sub-23, alguns mais velhos, que já estiveram na seleção principal, participaram de Liga Mundial, é tudo muito misturado", relata. O próprio Rafael teve uma experiência na seleção principal, na Liga Mundial do ano passado. Antes, foi campeão sul-americano juvenil, em 2010, e do Mundial sub-23, em 2013.
"Mesmo com essa experiência na Liga Mundial, que é um campeonato totalmente diferente, não me sinto uma referência (dentro do grupo). Está todo mundo mais ou menos com a mesma idade, no mesmo patamar", garante.
Apesar de o Brasil ir a Toronto com um time alternativo, Rafael aponta que o grupo sente duas pressões. A primeira é manter o bom nome do vôlei brasileiro, atual bicampeão do torneio masculino no Pan. "O Brasil sempre leva essa pressão para ganhar e a gente tem que mostrar serviço", diz o oposto. A segunda é decorrente da primeira: quem for bem agora, pode começar a cavar um espaço na seleção que disputará as Olimpíadas do Rio de Janeiro, no ano que vem. "É claro que não há nenhuma garantia, mas quem se destacar no Pan vai sair à frente nos preparativos para o Rio", afirma o londrinense.
Rafael esteve no final de semana em Londrina, visitando a família. Ele nasceu em Umuarama e se mudou para cá muito novo. Começou no vôlei no Grêmio Londrinense e no Colégio Ateneu. Em 2010, foi para Florianópolis, onde jogou no Cimed Esporte Clube, no Cimed/Sky e no Super Imperatriz. Após uma temporada no Taubaté, chegou ao Sesi-SP, onde foi vice-campeão da Superliga este ano.
"Comecei a temporada bem, oscilei um pouco e terminei na reserva. É difícil fazer uma análise do momento sem o time (a seleção) jogar. Por isso esses jogos no Nordeste vão dar um parâmetro", diz o oposto, em referência a cinco jogos preparativos que o time do Pan vai fazer contra a Argentina, antes da viagem para Toronto: três serão oficiais, em Natal, Fortaleza e João Pessoa, e dois serão jogos-treinos. O grupo está treinando no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), desde o início de maio, e por enquanto fez apenas três amistosos contra a seleção militar.
Fábio Galão
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local-FOLHA DE LONDRINA


