Municípios mantém unidades próximas ao Cismepar
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| Casa de Apoio de Jaguapitã: conforto para os pacientes |
No entorno do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar), próximo à Avenida Leste-Oeste de Londrina, existem algumas casas de apoio que abrigam pacientes e familiares do próprio município e de outras localidades.
A Casa de Apoio mantida pela Prefeitura de Lupionópolis (Região Metropolitana de Londrina), localizada em frente ao Cismepar, atende cerca de 60 pessoas por dia. Segundo o chefe dos setor de saúde pública de Lupionópolis, Eudes Cavalari Junior, a casa foi inaugurada em 2011 para atender as pessoas que saem às 5 horas do município e vêm a Londrina realizar consultas, tratamentos e exames.
"Os pacientes que recebem alta hospitalar também podem ir até a casa para esperar o carro ali", destaca. Ele ressaltou que a casa não oferece o pernoite, mas possibilita que um paciente mais debilitado por uma quimioterapia, por exemplo, possa descansar enquanto espera o retorno ao município. "O espaço funciona de segunda a sexta-feira e são servidos café da manhã, almoço e um lanche da tarde", aponta.
A Casa de Apoio mantida pela Secretaria de Saúde de Jaguapitã (RML) funciona de forma similar à unidade de Lupionópolis. O motorista José Luiz Acceti aponta que realiza uma viagem por dia. "A média de pacientes que transporto gira em torno de 20 a 30 pacientes por dia", conta, informando que ele mesmo utiliza o espaço para descansar entre o transporte dos pacientes.
Também próximo ao Cismepar, um dos espaços mais procurados é o Amparo Social Menino de Deus, que existe há dez anos e atende 126 famílias, fornecendo cestas básicas, leite, fraldas geriátricas e suplementos alimentares mais caros, entre outros. Segundo explicou a funcionária do setor administrativo da entidade, Tatiele de Oliveira Brasão, a entidade visa dar apoio a crianças e adultos com paralisia ou doenças infectocontagiosas. Ela explica que normalmente os pacientes que não têm condições de arcar com as despesas são encaminhados pelos hospitais ou unidades básicas de saúde.
O jovem Leonardo Luís Fernandes Guassu, de 20 anos, é atendido desde criança. Vítima de paralisia cerebral, Leonardo sempre recebeu mensalmente uma cesta básica, um pacote de fralda e caixas de leite. No entanto, devido à crise econômica, as doações recebidas pela entidade diminuíram e agora ele só tem recebido a cesta básica. A avó de Leonardo, Maria Aparecida Fernandes, relata que o Amparo Social Menino de Deus fez e continua fazendo a diferença na vida da família. "O Amparo Social é uma entidade muito especial, muito boa com a gente. Desde que começaram o trabalho com o Leonardo, nunca perguntaram nada e sempre se prontificaram a ajudar. Agradeço muito, pois sem essa ajuda não poderia fazer nada", declara. (V.O.)
A Casa de Apoio mantida pela Prefeitura de Lupionópolis (Região Metropolitana de Londrina), localizada em frente ao Cismepar, atende cerca de 60 pessoas por dia. Segundo o chefe dos setor de saúde pública de Lupionópolis, Eudes Cavalari Junior, a casa foi inaugurada em 2011 para atender as pessoas que saem às 5 horas do município e vêm a Londrina realizar consultas, tratamentos e exames.
"Os pacientes que recebem alta hospitalar também podem ir até a casa para esperar o carro ali", destaca. Ele ressaltou que a casa não oferece o pernoite, mas possibilita que um paciente mais debilitado por uma quimioterapia, por exemplo, possa descansar enquanto espera o retorno ao município. "O espaço funciona de segunda a sexta-feira e são servidos café da manhã, almoço e um lanche da tarde", aponta.
A Casa de Apoio mantida pela Secretaria de Saúde de Jaguapitã (RML) funciona de forma similar à unidade de Lupionópolis. O motorista José Luiz Acceti aponta que realiza uma viagem por dia. "A média de pacientes que transporto gira em torno de 20 a 30 pacientes por dia", conta, informando que ele mesmo utiliza o espaço para descansar entre o transporte dos pacientes.
Também próximo ao Cismepar, um dos espaços mais procurados é o Amparo Social Menino de Deus, que existe há dez anos e atende 126 famílias, fornecendo cestas básicas, leite, fraldas geriátricas e suplementos alimentares mais caros, entre outros. Segundo explicou a funcionária do setor administrativo da entidade, Tatiele de Oliveira Brasão, a entidade visa dar apoio a crianças e adultos com paralisia ou doenças infectocontagiosas. Ela explica que normalmente os pacientes que não têm condições de arcar com as despesas são encaminhados pelos hospitais ou unidades básicas de saúde.
O jovem Leonardo Luís Fernandes Guassu, de 20 anos, é atendido desde criança. Vítima de paralisia cerebral, Leonardo sempre recebeu mensalmente uma cesta básica, um pacote de fralda e caixas de leite. No entanto, devido à crise econômica, as doações recebidas pela entidade diminuíram e agora ele só tem recebido a cesta básica. A avó de Leonardo, Maria Aparecida Fernandes, relata que o Amparo Social Menino de Deus fez e continua fazendo a diferença na vida da família. "O Amparo Social é uma entidade muito especial, muito boa com a gente. Desde que começaram o trabalho com o Leonardo, nunca perguntaram nada e sempre se prontificaram a ajudar. Agradeço muito, pois sem essa ajuda não poderia fazer nada", declara. (V.O.)
Vítor Ogawa
Reportagem Local/FOLHA DE LONDRINA
Reportagem Local/FOLHA DE LONDRINA


