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Sem vacinas, cidades do Paraná paralisam imunização


 Deu-se o esperado. Falta vacina. Algumas cidades do Paraná começam a paralisar a vacinação da primeira e também da segunda dose contra a Covid-19. Curitiba vacinou nesta terça (27) as pessoas com 63 anos. A continuidade da vacinação depende de avaliação do estoque remanescente e da chegada de novas doses. A partir de quinta-feira (29), Curitiba não terá cronograma de segunda dose de Coronavac para idosos porque os próximos grupos, que seria a partir de 66 anos, foram imunizados com Astrazeneca, que tem prazo de 90 dias para a segunda aplicação.

Prevendo o atraso das segundas doses, o Ministério da Saúde divulgou nova nota técnica, divulgada nesta terça, que orienta a população a tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório.

Atualmente, duas vacinas estão disponíveis no Programa Nacional de Imunizações (PNI): Sinovac/Butantan, que deve ser administrada em um intervalo de quatro semanas, e AstraZeneca/Fiocruz, com intervalo de 12 semanas. O ministério também diz que é “improvável que intervalos aumentados entre as doses das vacinas ocasionem a redução na eficácia do esquema vacinal”. No entanto, ressalta que os atrasos devem ser evitados “uma vez que não se pode assegurar a devida proteção do indivíduo até a administração da segunda dose”.

O secretário de Estado de Saúde, Beto Preto, vai a reunião no Ministério da Saúde e secretários de Estado de Saúde para verificar a distribuição de vacinas anti-Covid, mas adiantou que ainda não há confirmação de novo lote para o Paraná. “Aguardamos para essa semana a chegada de mais doses, mas não está definido. Houve uma interrupção de Coronavac, como o próprio ministro já informou. Existe uma possibilidade de 5 milhões de doses da Fiocruz e, caso seja confirmado, teremos entre 4,5% e 5% deste montante”, afirmou ele.

FONTE - FÁBIO CAMPANA

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