Cães e gatos com microchips de identificação
Animais doados em feira recebem dispositivos que possuem todas as informações do dono e histórico de vida do bicho

Do tamanho de um grão de arroz, o microchip é inserido sob a pele do animal com a ajuda de uma agulha
Londrina – Animais com microchips de identificação já são uma realidade em Londrina. Pelo menos cães e gatos - inclusive filhotes-, que são doados em feiras da Ong Amo Defender Animais (ADA), já saem com o dispositivo para os novos donos. Segundo a coordenadora da entidade, Anne Moraes, esta foi a forma encontrada de reduzir o abandono dos bichos e, ao mesmo tempo, ter provas concretas da negligência de muitos proprietários. "Houve casos em que encontrei animais abandonados ou em situação de maus tratos logo após serem adotados. A pessoa havia assinado o termo de responsabilidade e ainda teve a coragem de mentir dizendo que era dona do animal", diz. Os animais mais adultos também já são castrados.
Com o microchip, ao adotar um cão ou gato, todos os dados da pessoa são incluídos em um sistema on-line, como RG, CPF e endereço. "Com isso, a responsabilização da pessoa é imediata, podendo ser acionada criminalmente. Contra o chip não há argumentos. A castração, por sua vez, diminui o número da população na rua." Além disso, segundo ela, o microchip possui todas as informações e histórico do animal, como datas de vacinação e eventuais doenças. "No Brasil, ainda não temos microchips com GPS, em que é possível localizar o animal em qualquer lugar, caso esteja perdido." O dispositivo também pode ser colocado em clínicas particulares e custa, em média, R$ 150,00.
A veterinária Caroline Toazza explica que o microchip é um pequeno material, do tamanho de um grão de arroz, que é inserido sob a pele do animal com a ajuda de uma agulha. "Ele fica localizado na região da escápula e não causa nenhum tipo de incômodo ou dor. Ao passar o leitor próximo ao chip aparece um número de identificação. Com esse número, entramos no sistema e conseguimos ver todas as informações cadastradas", explica. Caso o animal seja repassado a um terceiro, aquele quem cadastrou deve ser imediatamente notificado para que os dados sejam atualizados. "Senão, quem vai ser responsabilizado é aquele que adotou ou adquiriu o animal"
A funcionária pública Lilian Godói e sua filha Ana Clara, de 8 anos, levaram dois filhotes para casa já com o microchip. "Não sabia que o cachorro sairia daqui com o dispositivo, mas achei ótima a ideia. Eu cuido dos meus bichos como se fossem membros da família, porém, tem muita gente por aí que abandona ou maltrata mesmo. Se pegamos um bicho para cuidar, temos que ter essa responsabilidade", diz ela, que possui um cachorro de grande porte e um gato em casa. O gesseiro Vanderlei Alves, que acabava de adotar um filhote de cachorro, também não sabia da novidade, mas aprovou imediatamente a iniciativa. "Acredito que muita gente vai ficar com medo e pensar duas vezes antes de cometer uma maldade que é abandonar o bicho", comentou.
FOLHA DE LONDRINA
Com o microchip, ao adotar um cão ou gato, todos os dados da pessoa são incluídos em um sistema on-line, como RG, CPF e endereço. "Com isso, a responsabilização da pessoa é imediata, podendo ser acionada criminalmente. Contra o chip não há argumentos. A castração, por sua vez, diminui o número da população na rua." Além disso, segundo ela, o microchip possui todas as informações e histórico do animal, como datas de vacinação e eventuais doenças. "No Brasil, ainda não temos microchips com GPS, em que é possível localizar o animal em qualquer lugar, caso esteja perdido." O dispositivo também pode ser colocado em clínicas particulares e custa, em média, R$ 150,00.
A veterinária Caroline Toazza explica que o microchip é um pequeno material, do tamanho de um grão de arroz, que é inserido sob a pele do animal com a ajuda de uma agulha. "Ele fica localizado na região da escápula e não causa nenhum tipo de incômodo ou dor. Ao passar o leitor próximo ao chip aparece um número de identificação. Com esse número, entramos no sistema e conseguimos ver todas as informações cadastradas", explica. Caso o animal seja repassado a um terceiro, aquele quem cadastrou deve ser imediatamente notificado para que os dados sejam atualizados. "Senão, quem vai ser responsabilizado é aquele que adotou ou adquiriu o animal"
A funcionária pública Lilian Godói e sua filha Ana Clara, de 8 anos, levaram dois filhotes para casa já com o microchip. "Não sabia que o cachorro sairia daqui com o dispositivo, mas achei ótima a ideia. Eu cuido dos meus bichos como se fossem membros da família, porém, tem muita gente por aí que abandona ou maltrata mesmo. Se pegamos um bicho para cuidar, temos que ter essa responsabilidade", diz ela, que possui um cachorro de grande porte e um gato em casa. O gesseiro Vanderlei Alves, que acabava de adotar um filhote de cachorro, também não sabia da novidade, mas aprovou imediatamente a iniciativa. "Acredito que muita gente vai ficar com medo e pensar duas vezes antes de cometer uma maldade que é abandonar o bicho", comentou.
FOLHA DE LONDRINA
Marian Trigueiros
Reportagem Local
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