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R$ 3,2 milhões gastos em telemarketing. O Governo do Paraná precisa realmente disto? Requião Filho comenta e pede providências ao MP

O Deputado Estadual Requião Filho criticou mais uma vez os gastos com propaganda pelo Governo do Paraná. Conforme publicado pelo jornal Gazeta do Povo nesta quarta-feira, a partir de pesquisa realizada pelo Livre.jor, só no ano passado R$ 3,2 milhões de reais foram pagos para propaganda em telemarketing. A Central contratada para o serviço disparou 9,76 milhões de telefonemas, "com propagandas institucionais, assinadas com o slogan da gestão tucana, travestidas de utilidade pública", apontou o deputado.

Em suas redes sociais, o deputado chamou atenção para o dissabor da população em receber este tipo de ligação. "Quase metade das mensagens não coincide com os objetivos da iniciativa e sem contar que as pessoas não gostam de receber telefonemas com mensagens deste tipo. É um dinheiro muito alto que poderia estar sendo investido no que a população realmente precisa, escolas, hospitais, rodovias etc"

Esse esquema de divulgação paralela do governo do Paraná, objeto de um contrato com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), atende oficialmente pelo nome de “Central de Monitoramento dos Serviços Públicos”. Quase metade das ligações, contudo, conforme relatório obtido com exclusividade pelo Livre.jor para a Gazeta do Povo, via Lei de Acesso à Informação, não coincide com os objetivos da iniciativa. (Gazeta do Povo, 07/02/2018)

A notícia foi recebida de maneira negativa entre os internautas que não pouparam críticas e comentários sarcásticos à autopromoção do Governo do Estado.

"Ligaram pra mim mas não era gravação. A moça pediu pra fazer umas perguntas sobre o governo. Eu disse: moça, eu sou professora.... o que você acha? Ela pediu desculpas por incomodar e desligou", comentou uma seguidora de Requião Filho.

"Dinheiro que poderia estar sendo investido em saúde e educação, lamentável as prioridades do governo", disse outra.

O deputado protocolou um Pedido de Providências no Ministério Público requerendo averiguação da situação acima e a tomada das medidas necessárias.

FOTO: PEDRO OLIVEIRA /ALEP

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