INTERNET - Governo cria programa para expansão da rede
Curitiba - O Programa Rede 399 foi desenvolvido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos e pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). O lançamento aconteceu em dezembro de 2013.
O responsável técnico pela implantação do programa, Jeferson Pereira da Costa, da Celepar, informa que o programa funciona como uma parceria entre o Estado, as prefeituras e os provedores de banda larga. O Estado entra com o planejamento e o incentivo fiscal; as prefeituras com a implantação do programa e a elaboração de um cronograma para a publicação de um edital que vai definir a escolha do provedor e o provedor entra com a mão de obra e o atendimento.
Segundo cálculos da companhia, cada prefeitura gasta entre R$ 1,00 e R$ 2,00 por habitante/mês com telefonia e internet, valor que poderia ser reduzido com a participação no programa. Para os provedores, o incentivo fiscal pode reduzir em até 30% o valor da compra de equipamentos para expansão da rede de fibra ótica no município.
O técnico da Celepar considera "sofrível" a prestação do serviço de banda larga no Norte Pioneiro e reconhece que não será fácil reverter a situação. Um dos motivos, segundo ele, é o desconhecimento da população e a falta de interesse das autoridades sobre o assunto. "Existe ainda uma questão cultural a ser conquistada em termos de tecnologia", afirma Costa.
Hoje o serviço de banda larga em todo Estado é oferecido por empresas provedoras que prestam o serviço em âmbito local ou regional e também pela empresa de telefonia que tem a concessão, no caso a Oi. A concessão obriga a empresa a prestar o serviço de telefonia e internet em todo Estado. As outras companhias autorizadas prestam o serviço apenas nas cidades onde obtenham retorno financeiro. Assim, a maior parte dos pequenos municípios contam com serviço prestado de forma satisfatória e o atendimento oferecido pelos provedores particulares acaba encarecendo o uso ao consumidor.
A Copel já tem uma rede de fibra ótica interligando todos os 399 municípios do Paraná com ao menos um ponto de ligação em cada um deles. Parte dessa estrutura poderá ser usada na expansão do sistema. Com o programa, os provedores locais poderão ampliar a oferta de internet banda larga à população por conta própria, com incentivo para a compra dos equipamentos, desde que fabricados no Paraná. (E.A.)
FOLHA DE LONDRINA
O responsável técnico pela implantação do programa, Jeferson Pereira da Costa, da Celepar, informa que o programa funciona como uma parceria entre o Estado, as prefeituras e os provedores de banda larga. O Estado entra com o planejamento e o incentivo fiscal; as prefeituras com a implantação do programa e a elaboração de um cronograma para a publicação de um edital que vai definir a escolha do provedor e o provedor entra com a mão de obra e o atendimento.
Segundo cálculos da companhia, cada prefeitura gasta entre R$ 1,00 e R$ 2,00 por habitante/mês com telefonia e internet, valor que poderia ser reduzido com a participação no programa. Para os provedores, o incentivo fiscal pode reduzir em até 30% o valor da compra de equipamentos para expansão da rede de fibra ótica no município.
O técnico da Celepar considera "sofrível" a prestação do serviço de banda larga no Norte Pioneiro e reconhece que não será fácil reverter a situação. Um dos motivos, segundo ele, é o desconhecimento da população e a falta de interesse das autoridades sobre o assunto. "Existe ainda uma questão cultural a ser conquistada em termos de tecnologia", afirma Costa.
Hoje o serviço de banda larga em todo Estado é oferecido por empresas provedoras que prestam o serviço em âmbito local ou regional e também pela empresa de telefonia que tem a concessão, no caso a Oi. A concessão obriga a empresa a prestar o serviço de telefonia e internet em todo Estado. As outras companhias autorizadas prestam o serviço apenas nas cidades onde obtenham retorno financeiro. Assim, a maior parte dos pequenos municípios contam com serviço prestado de forma satisfatória e o atendimento oferecido pelos provedores particulares acaba encarecendo o uso ao consumidor.
A Copel já tem uma rede de fibra ótica interligando todos os 399 municípios do Paraná com ao menos um ponto de ligação em cada um deles. Parte dessa estrutura poderá ser usada na expansão do sistema. Com o programa, os provedores locais poderão ampliar a oferta de internet banda larga à população por conta própria, com incentivo para a compra dos equipamentos, desde que fabricados no Paraná. (E.A.)
FOLHA DE LONDRINA

